Últimos testemunhos que jovens que passaram uma semana de verão na comunidade ecuménica de Taizé.
“Passo em frente na minha fé”
A minha ida a Taizé esteve associada às orações mensais organizadas pelo SDPJV e aos relatos de quem já tinha estado na comunidade.
Por ter mais de 30 anos, acabei por ser surpreendida com um programa diferente dos mais jovens, onde tive oportunidade de, inserida num grupo de partilha de várias nacionalidades, explorar textos bíblicos, adaptados à sociedade atual.
Vivi uma semana cheia de workshops, ensaios de coro, passeios pelos arredores, convívio especial com o grupo que foi de Aveiro, participação diária na Eucaristia, celebrada em várias línguas. Pude rezar e sentir-me em comunhão com mais de 2000 pessoas reunidas num mesmo Deus. Taizé veio, acima de tudo, ajudar-me a dar um passo em frente na minha fé.
Marisa Macedo, 32 anos,
1.ª vez em Taizé
“Onde a transparência
do nosso ser se revela”
Taizé é o encontro único onde a transparência do nosso ser se revela, onde olhamos o outro vendo o rosto de Cristo.
Todos nós somos membros do mesmo corpo onde Cristo é a cabeça e em Taizé vivemos por esta fé a comunhão no Amor.
Marisa Marques, 27 anos,
2.ª vez em Taizé
“Que a luz não se apague”
Viver Taizé intensamente implica um coração aberto para amar a Deus e ao próximo, colocando de parte alguns dos nossos medos, problemas e angústias.
O caminho de encontro com Deus é facilitado pela magnitude das três orações diárias. Estar em cada oração é uma sensação em que as palavras são escassas para descrever, mas o coração sente com um carinho muito especial. Cada cântico transmite uma bonita mensagem que nos ajuda a rezar e o momento de silêncio é algo de espetacular.
Todo o espaço de Taizé convida à solidariedade, partilha, trabalho voluntário e reflexão interior. Em Taizé a tranquilidade e a paz interior sobrepuseram-se a tudo.
O contacto com outras realidades de vida e de fé ajudou-me a olhar para o mundo e para a minha própria vida de forma diferente. A dificuldade, como em qualquer caminho, apareceu pela diferença linguística, mas afinal esta não impede que as coisas aconteçam naturalmente no coração.
Agora que regressei, sinto-me mais perto de Deus e com mais força para encarar cada obstáculo ao longo do caminho com mais simplicidade e confiança em Deus.
Como um dos irmãos referiu numa das catequeses, “nós somos o reflexo da luz de Deus no mundo”, por isso, não podemos deixar que ela se apague. O objetivo é levá-la à minha comunidade/realidade e voltar a Taizé para a fortificar.
Sónia Santos, 20 anos,
1.ª vez em Taizé
