23 de janeiro na história de Aveiro

1542 — Por falecimento de Catarina Gaspar – ou Catarina Tavares Prata – a Confraria do Santíssimo Sacramento, da igreja matriz de S. Miguel, tomou posse de uma marinha, sita no Remoinho da Cal, que aquela senhora e seu marido, o piloto João Fernandes Prata, lhe deixaram em testamento de 5 de dezembro do ano anterior.

1548 — A prioresa do Mosteiro de Jesus enviou uma carta à Rainha para que esta mandasse derrubar umas casas junto da cerca daquele Mosteiro. Na foto: Sino do antigo mosteiro.

1677 — Foi passada carta de coadjutoria da igreja de S. Miguel, da vila de Aveiro, ao Padre Gregório Teles.

1765 — Foi passada provisão de serventia do ofício de prioste da Comenda da vila de Aveiro, por tempo de seis meses, a Luís Ribeiro de Figueiredo.

1801 — Na Nunciatura Apostólica de Lisboa, procedeu-se ao interrogatório das testemunhas no processo canónico para a confirmação do bispo de Aveiro D. António José Cordeiro, leitor de Cânones na Universidade de Coimbra.

1838 — Em Lisboa, com Manuel António de Vasconcelos, José Estêvão Coelho de Magalhães fundou o jornal “O Tempo”, que durou pouco.

1857 — Nasceu na freguesia da Vera Cruz o Conselheiro Dr. António Emílio de Almeida Azevedo, distinto advogado, magistrado e jurista dotado de integridade de carácter, que viria a ter residência no lugar da Costa do Valado, da freguesia da Oliveirinha do Vouga.

1882 — Numa sessão realizada neste dia, o Dr. José Maria Barbosa de Magalhães apresentou o relatório dos trabalhos do Grémio Moderno no primeiro ano da sua existência, e João Augusto Marques Gomes, historiando os serviços prestados a Aveiro pelo Marquês de Pombal, afirmou que aquela coletividade não podia deixar de se associar à festa nacional de 8 de maio, comemorativa do primeiro centenário da morte do estadista, e sugeriu que se organizasse uma exposição distrital.

Fonte: “Calendário Histórico de Aveiro”,

de António Christo e João Gonçalves Gaspar.