1451 — Registaram-se capítulos especiais das Cortes de Évora, com suas respostas, por um dos quais praz a El-Rei que a vila de Aveiro haja o lugar de Esgueira para suprir os treze besteiros que deve haver na dita vila.
1451 — Foi passada carta de vedor dos vassalos de Aveiro, «como ataa qi fora», a Lourenço Anes de Morais, que algures figura com a designação de criado e escudeiro do Infante D. Henrique.
1571 — D. Jorge de Lencastre, segundo duque de Aveiro escreveu aos vereadores e ao procurador do Concelho de Aveiro, participando que El-Rei D. Sebastião mandara que se pusessem em liberdade os franceses que estavam presos, se lhes entregasse o trigo apreendido e se lhes pagasse a despesa dos quartos, porque «é razão que os franceses não vão descontentes».
1571 — D. Jorge de Lencastre, segundo duque de Aveiro, escreveu tação de benefício simples na igreja de S. Miguel, matriz da vila de Aveiro.
1627 — Uma provisão do Desembargo do Paço determinou que no ajuntamento que se havia de fazer em Coimbra, para se tratar do encanamento do Mondego para este rio «correr direito», estivessem presentes, entre outros, os feitores do duque de Aveiro.
1662 — Foi passada carta de familiar do Santo Ofício a José de Barros da Silveira, natural da vila de Esgueira, e aí morador, filho de Gregório de Barros de Azevedo e de Joana da Silveira Bulhão.
1773 — Foi passada carta de familiar do Santo Ofício a Fernando José Camelo de Miranda Pinto Pereira da Silva, moço fidalgo da Casa Real, natural da freguesia de S. Martinho da Várzea do Douro e morador na cidade de Aveiro.
1773 — Foi passada carta de familiar do Santo Ofício ao Dr. Manuel de Sousa Ribeiro da Silveira, natural da freguesia de S. Miguel, da cidade de Aveiro, onde residia, filho do capitão-mor João de Sousa Ribeiro da Silveira.
1790 — A Rainha D. Maria I houve por bem conceder à Fábrica de Louça, sita no Cojo, a graça da isenção de direitos, na entrada nas alfândegas do país, para todos os materiais de que carecesse.
1899 — Saiu do prelo o primeiro número de um pequeno jornal dos estudantes do Liceu, denominado “O Neóphito”; teve vida efémera, pois terminou em 30 de Maio seguinte.
1918 — Nasceu em Monsanto da Beira, do concelho de Idanha–a-Nova, D. Manuel de Almeida Trindade, que viria a ser bispo de Aveiro e, por diversas vezes, eleito como presidente da Conferência Episcopal Portuguesa. Faleceu em 2008.
1985 — Foi inaugurado em Aveiro o Centro de Investigação Pesqueira, cuja área de acção se estende desde Espinho até Peniche.
Fonte: “Calendário Histórico de Aveiro”, de António Christo e João Gonçalves Gaspar.
