Na Agrovouga

Fotorreportagem Nem só de vacas vive a Agrovouga, mas a vaca, barrosã ou frísia, marinhoa ou arouquesa, continua a ser a grande estrela da maior feira agrícola da região centro. Como estrela que é, antes de desfilar na passerelle, tem de ser tosquiada. Sim, também se tosquiam as vacas, principalmente se se preparam para o 65.º Concurso da Raça Holstein Frísia (sábado e domingo, às 9h00). Enquanto isso, alguns estudantes da Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Vagos descansam. Há melhor sofá do que um monte de palha? Sim, um de couro vivo, de vaca.

A feira decorre até ao próximo domingo, 30 de setembro, com mostras de animais, de alfaias agrícolas, de artesanato e produtos regionais. Há restaurantes para comer leitão ou uma posta de arouquesa, há demostrações de cozinha com chefes famosos (“show cooking”), seminários sobre transgénicos e mirtilos, demonstrações equestres e espetáculos musicais, como o de José Cid, no sábado à noite.

O cavalo é a outra estrela da Agrovouga, pelo que quase todos os dias há batismos a cavalo e passeios de póneis. Mas nesta Agrovouga também é possível admirar ou comprar aves, desde os pequenos aos grandes psitacídeos (família enorme que vai dos piriquitos às catatuas e papagaios), passando pelas galinhas japonesas e indonésias. A brahma, da Índia, é uma recordista. Põe mais de quatrocentos ovos por ano.