“Os trabalhadores sociais, as instituições e o voluntariado devem desenvolver práticas de proximidade, para que ninguém fique esquecido nas suas verdadeiras necessidades e os escassos meios disponíveis possam ser canalizados para quem precisa”.
D. António Vitalino, em nota enviada à agência católica Ecclesia. O prelado critica, por outro lado, os “profissionais da pedincha” que, “exagerando” as suas carências, “vivem desafogadamente” e prejudicam “aqueles que verdadeiramente precisam de ser ajudados”.
