Breve Os presidentes da Cáritas Portuguesa e da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS) manifestaram-se favoráveis à redução dos salários no sector privado, mas dos mais altos.
“É evidente que há salários que têm que descer, mas deveriam ser, de facto, os mais altos. Os mais baixos têm que subir”, disse o presidente da CNIS, padre Lino Maia, considerando não ser possível “viver-se com um salário mínimo presentemente”. No mesmo sentido vai a proposta de Eugénio Fonseca, presidente da Cáritas Portuguesa.
