24 de Novembro na História de Aveiro

1458 — Acompanhada das suas filhas D. Catarina de Ataí-de e D. Maria de Ataíde e de uma virtuosa mulher de avançada idade, D. Beatriz Leitão chegou a Aveiro e principiou a habitar as casas edificadas num chão que havia comprado próximo do Convento Dominicano de Nossa Senhora da Misericórdia e que foram o início do Mosteiro de Jesus.

1486 — El-Rei D. João II, por carta desta data, fez saber «que Nós filhamos ora por nosso escudeiro e em nossa especial guarda e encomenda João de Aveiro».

1733 — Nesta data foi passada provisão de escrivão da fábrica da igreja da Vera-Cruz, de Aveiro, a Francisco Palheiro Guerra.

1774 — El-Rei D. José I ordenou que nenhum negociante tivesse parceria com os oficiais pequenos das Alfândegas de Viana do Minho, Vila do Conde, Aveiro, Caminha e Esposende, porque disso resultavam grandes prejuízos para a cobrança dos reais direitos.

1778 — Um despacho da Mesa da Consciência e Ordens, registado nesta cidade em 14 de Janeiro de 1779, determinou que o Padre Carlos José Moreira, tesoureiro da Colegiada de S. Miguel, desleixado no seu vestuário, se apresentasse «com asseio e hábito competente».

1844 — O secretário-geral do Governo Civil de Aveiro, José António Ferreira Novais, então servindo de governador-civil, foi em diligência de serviço a Loureiro; altamente aborrecido pela dificuldade e demora na passagem da barca de Angeja, concebeu o projecto da construção da ponte sobre o rio Vouga, entre Angeja e Cacia – o qual fez em seguida levar a efeito.

1932 — Em alvará desta data, o Colégio Nacional de Aveiro, já em actividade desde o mês anterior, foi legalmente autorizado pelo ministro da Instrução.

1957 — No bairro do Alboi foi lançada a primeira pedra para a construção do novo edifício destinado à sede privativa da secular «Banda Amizade», também conhecida por «Música Velha».

1963 — No trágico naufrágio da traineira «Praia da Atalaia», ocorrido à saída da barra de Aveiro, pereceram lamentavelmente 28 pescadores.

Fonte: “Calendário Histórico de Aveiro”, de António Christo e João Gonçalves Gaspar.