A Fundação Masihi, que está a assessorar legalmente Asia Bibi, primeira mulher cristã condenada à morte no Paquistão sob a acusação de blasfémia, teme que ela seja executada na prisão.
A fundação lançou este alerta à agência Fides, do Vaticano, poucos dias depois de o líder extremista muçulmano Yousaf Qureshi ter oferecido uma recompensa de 500 mil rupias (cerca de cinco mil Euros) a quem assassinasse a mulher cristã.
“É necessário continuar a campanha pela sua libertação imediata e pela abolição da lei sobre a blasfémia. É uma questão fundamental para o respeito dos direitos humanos no Paquistão”, declarou à agência Fides, o presidente da Fundação Masihi, Haroon.
