O arciprestado é uma unidade territorial importante para a “nova evangelização”. Na celebração, agradeceu-se a D. António Francisco pelos três anos de Bispo de Aveiro e 37 de padre
Os arciprestes para o triénio 2010-2012 tomaram posse no dia 8 de Dezembro, durante a Eucaristia presidida por D. António Francisco, na Sé de Aveiro. São eles os padres Júlio Grangeia (Águeda), Querubim Pereira da Silva (Albergaria-a-Velha), Vítor Gabriel dos Santos (Anadia), José Manuel Pereira (Aveiro), Júlio Franclim Pacheco (Estarreja), Paulo Cruz (Ílhavo), Abílio Araújo (Murtosa), António de Almeida Cruz (Oliveira do Bairro), António Cabeça (Sever do Vouga) e Virgílio Susana e Maia (clero não paroquial).
Referindo-se ao acto, D. António Francisco lembrou que “o arciprestado foi tema de reflexão partilhada na Diocese”. Esta unidade territorial (correspondente, em geral, aos concelhos) é importante para a pastoral de conjunto e “caminho de nova evangelização, com novo vigor”. Ao tomarem posse, os padres receberam uma brochura sobre a segunda etapa do quinquénio pastoral (rumo à Missão Jubilar Diocesana, nos 75 anos de restauração da Diocese), “sinal de que todos estão empenhados no mesmo esforço”, como referiu P.e Francisco Melo, vigário para a pastoral geral.
Em dia da Imaculada, D. António Francisco realçou que “Maria, cheia de graça desde a origem, foi predisposta por Deus para um papel da História da Salvação”. “Com o «sim» de Maria também nós podemos proclamar: «Jesus Cristo, minha fé e minha esperança»”, disse, aludindo ao lema diocesano em 2009/10. “No exemplo de Maria, a Igreja Diocesana aprende diariamente a ser educadora da fé e fundamento da esperança”, rematou.
Neste dia 8 de Dezembro, completavam-se 37 anos de ordenação sacerdotal de D. António Francisco e três sobre a sua entrada na Diocese de Aveiro. As efemérides foram lembradas por um seminarista, enquanto eram oferecidos ao Bispo de Aveiro um ramo de flores e um livro sobre Jesus Cristo. O ramo, explicou aos fiéis o seminarista Pedro Barros, era constituído por 37 rosas, uma por cada ano de sa-cerdócio ministerial, e quatro orquídeas, uma por cada ano dos anos em Aveiro e uma para a Imaculada Conceição. Coroado com uma afectuosa salva de palmas da assembleia, o gesto significou um reconhecimento de “gratidão pelo esforço, pelo serviço dedicado, pela amabilidade” do Bispo de Aveiro. “Queremos ver sempre em si o pastor que nos conduz na fidelidade a Jesus Cristo”, disse o seminarista.
Jorge Pires Ferreira
Transmissão da “pasta do arciprestado” em Águeda
Em assembleia do clero arciprestal e na presença do Senhor Bispo, realizou-se a passagem do testemunho do P.e Manuel Armando para o P.e Júlio Grangeia. Decorreu em tom muito fraterno, cheio de simplicidade e de alegria, em Recardães, no dia 10 de Dezembro.
A missão do arcipreste é a missão de um capitão de equipa: não é mais do que os outros, não é mais ou menos importante do que ninguém, mas é o escolhido para chefiar a equipa arciprestal de sacerdotes e toda a outra pastoral de conjunto. É aquele a quem compete gerir todos os processos pastorais que envolvem este tempo e esta zona da Igreja diocesana: unificar pessoas, estruturas e projectos em ordem a desenvolver iniciativas e actividades conjuntas que permitam o crescimento e a presença da Igreja, com sua mensagem evangélica de fé e de esperança, em todas as expressões da vida actual, ao serviço do bem comum.
Padre Júlio, nós queremos contar contigo e tu podes e precisas de contar connosco.
P.e Costa Leite
