Proposta de Maria da Luz Nolasco No mandato autárquico que agora se iniciou Maria da Luz Nolasco, vereadora da Câmara Municipal de Aveiro, pretende criar um “banco de voluntários que o queiram mesmo ser”, não com o objectivo de “substituir trabalho remunerado”, mas no “verdadeiro sentido”, isto é, pessoas que “ofereçam do seu tempo, do seu saber e da sua responsabilidade para colaborar com várias instituições. A Câmara Municipal muito agradece a quem queira trabalhar connosco”.
A necessidade de um banco de voluntariado em Aveiro é sentida não só pela autarquia, na realização de eventos de animação e de apoio social, e pelas instituições que precisam de pessoas para iniciativas diversas, mas também “museus, bibliotecas e arquivos”, sublinhou a vereadora, para quem o voluntariado é “dar um bocadinho do nosso tempo para podermos apoiar instituições. É lógico que não é um trabalho remunerado, mas em troca há um enriquecimento humano. Eu sempre fiz trabalho de voluntariado porque acho que é um dever social que tenho para com o mundo em que vivo e para a sociedade que me rodeia”.
Se houvesse um banco de voluntariado, eventos como o recente Bazar de Natal poderiam prolongar-se por muito mais tempo. Maria da Luz Nolasco tem esperança que por altura da Páscoa se possa realizar um evento, também do género “bazar de apoio às instituições”, mas por mais tempo, se entretanto surgirem voluntários.
Aquisiçãode de mais barraquinhas
A par do banco de voluntariado, como já existem em diversos municípios, com destaque para o da Figueira da Foz, Maria da Luz Nolasco pretende aumentar o número de “barraquinhas” para eventos ao ar livre.
As cerca de 18 barraquinhas que a Câmara Municipal de Aveiro possui, e que têm servido para acolher eventos como a Feira do Livro, as feiras de artesanato que se realizam no Rossio, entre outros, não são suficientes para as necessidades do município, até porque algumas são solicitadas por instituições para iniciativas diversas e em simultâneo com eventos camarários.
Por isso, a vereadora considera que a compra de mais barraquinhas “é um investimento que também deveríamos fazer no futuro, porque estas barraquinhas são boas, de boa qualidade e seguras, factores que temos de manter em futuras aquisições a curto e médio prazo”, uma vez que “há muitos eventos e certames que podem ser feitos em espaços públicos e estes equipamentos são essenciais”.
Para Maria da Luz Nolasco, este é um dos investimentos que temde ser colocado em orçamento, como prioridade, para apoio a iniciativas como o Bazar de Natal”.
Cardoso Ferreira
