Reaprender… para viver melhor Sua Santidade João Paulo II recorda-nos, como terceira convicção profunda sobre a Reconciliação, os elementos que integram este sinal sacramental do perdão, alguns da parte do penitente, indispensáveis para a integridade do mesmo sinal. E assim fala acerca do primeiro dos elementos – o exame de consciência.
“Uma condição indispensável é, antes de mais, a rectidão e a transparência da consciência do penitente. O acto chamado exame de consciência deve ser sempre não uma ansiosa introspecção psicológica, mas o confronto sincero e sereno com a lei moral interior, com as normas evangélicas propostas pela Igreja, com o próprio Jesus Cristo, que é para nós mestre e modelo de vida.
Aprendei a chamar branco ao branco e preto ao preto; mal ao mal e bem ao bem. Aprendei a chamar pecado ao pecado e não chameis libertação e progresso, mesmo quando toda a moda e toda a propaganda forem contrárias”. (26.03.81)
Nestes tempos de tanta falta de verdade, é seguramente uma terapia excelente o confronto sincero e sereno com as referências libertadoras que Jesus Cristo nos oferece, tornadas lei moral interior.
Q.S.
