Ele é Deus.
Não há outro Deus além dele.
O Clemente, o Misericordioso,
o Rei, o Santo, a Paz,
o Crente, o Muito forte, o Soberbo,
o Criador,
o Renovador, o Organizador,
o Indulgente, o Dominador,
o Doador, o Dispensador, o Vitorioso,
o Omnisciente,
Aquele que fecha, Aquele que abre,
Aquele que abaixa, Aquele que ergue,
Aquele que dá honra, Aquele que dá vileza,
Aquele que ouve,
o Vidente, o Juiz, o Justo,
o Benévolo, o Sagaz, o Manso,
o Inacessível,
o Auscultador, o Reconhecido,
o Alto, o Grande, o Guardião,
o Nutridor, o Calculador,
o Mestre, o Generoso, o Observador,
o Ouvidor, o Omnipotente, o Sábio,
o Amado, o Glorioso,
o Revivificador, o Testemunha, o Real,
o Garante, o Forte,
o Indestrutível, o Amigo,
o Digno de louvor, o Calculador,
Aquele que ressuscita,
o Criador da vida, o Criador da morte,
o Vivente, o Subsistente,
o Opulento, o Nobre,
o Único, o Impenetrável,
o Poderoso,
Aquele que aproxima, Aquele que afasta,
o Primeiro, o Último,
o Evidente, o Escondido,
o Soberano, o Sublime,
Aquele que dá piedade, Aquele que retira,
o Vingador, o Perdoador, o Indulgente,
o Senhor do reino,
o Senhor da majestade e da generosidade,
o Equânime, o Unificador,
o Rico, o Defensor,
Aquele que aflige, Aquele que estimula,
a Luz, o Guia, o Inventor,
o Eterno, o Herdeiro, o Condutor,
o Muito paciente.
Que sua majestade seja glorificada
e seus nomes santificados!
Os muçulmanos repetem frequentemente os “99 Nomes de Deus”, uma lista de substantivos e adjectivos descritivos que surgem ao longo do Alcorão, livro sagrado dos muçulmanos. Não existe um centésimo nome para que fique salvaguardada a transcendência de Deus. Na recitação dos 99 nomes, os muçulmanos servem-se de um “subba”, objecto similar ao terço cristão.
