Reaprender… para viver melhor Terminamos este conjunto de pequenas reflexões sobre o sacramento da Reconciliação, ainda com as palavras de João Paulo II.
“A confissão individual e íntegra dos pecados, com a absolvição igualmente individual, constitui o único modo ordinário, com que o fiel, consciente do pecado grave, é reconciliado com Deus e com a Igreja. (…)
Em compensação, a reconciliação de vários penitentes com confissão e absolvição geral reveste carácter de excepção e, portanto, não livremente optativa. (…) Esta não pode converter-se em forma ordinária e não pode nem deve usar-se a não ser ‘em casos de grave necessidade’, sendo, contudo, obrigatória a confissão individual dos pecados graves antes de recorrer de novo a outra absolvição geral. (…) esta confissão posterior, íntegra e individual, dos pecados, deve ser feita o mais brevemente possível.”
Há múltiplas formas de acto penitencial, para a nossa purificação interior quotidiana. Para refazer os laços de uma intimidade límpida com Deus, que potencia a relação fraternal corajosa, este sinal visível e pessoal de encontro é o caminho normal. As situações de excepção serão ponderadas pelo Bispo da Diocese, a quem cabe decidir pela justificação ou não de tal excepção.
Q.S.
