Eclipse

Ponta de Lança Em astronomia, eclipse, como foi sobejamente tratado esta semana, é o obscurecimento temporário, parcial ou total, de um corpo celeste por outro. Produz-se quando três objectos celestes se colocam em posição alinhada.

O acontecimento, pela raridade, tornou-se um fenómeno.

No entanto, estamos em crer que o fenómeno é que se transformou em acontecimento. É que estão a acontecer coisas extraordinárias: há corpos clestes, há alinhamentos mas não há eclipse, eclipses definitivos para bem de todos!

Têm aparecido, há muito mas sobretudo nestes quinze dias, corpos tão celestes que parecem imaculados – basta ver os outdoors e ouvir alguns discursos. E somos levados a acreditar que tudo parece tão verdadeiro!

Algo de funestamente estranho parece iminente, algo que nos leva ao confronto com a mitologia de quase todas as culturas antigas onde se registam referências aos eclipses como combates de astros contra forças malignas. Os povos primitivos escondiam-se dos eclipses solares e procuravam afugentar presságios funestos com gritos e ruídos de metais durante os obscurecimentos da Lua. Quem nos pode ao menos mostrar a lua!?

A critica abunda na “art-e-manha” das palavras!?

Todos dizem falar a verdade?!

Quase todos têm suspeitas judiciais sobre si!?

Alguns têm ideias novas!

Ninguém mente!

Aparecem, desaparecem e nada esclarecem!

Os factos desmentem as teorias. Parece haver indícios de corrupção!

Verdade, verdadinha é que perdemos na jornada europeia!

Não aos lenços brancos!

Não à confusão!

De facto, o maior inimigo de alguma verdade é o barulho, a agitação. Esse sim, um eclipse! Contudo, aí vão mais quatro (anos)!

Desportivamente… pelo desporto!