Pe Arménio Costa morreu há dez anos. Esta quinta-feira, 15 de Fevereiro, celebra-se uma Eucaristia no Seminário de Aveiro, lembrando o grande sacerdote, pedagogo e artista.
Ocorre amanhã, 15 de Fevereiro, o décimo aniversário da morte do Padre Arménio. Por essa razão, um grupo de casais promove, na Igreja do Seminário de Santa Joana Princesa, a celebração, às 19h15, de uma Eucaristia em sua memória, aberta a todos os que quiserem participar.
O Padre Arménio distinguiu-se como sacerdote, pedagogo, pároco, professor e artista e marcou, com a sua vida e os seus dons, várias gerações de aveirenses. Nas décadas de 60, 70, 80 e 90, inundou os meios em que esteve e trabalhou, nomeadamente paróquias, crianças e jovens, casais, grupos corais, liceu, seminário, conservatório, CUFC, universidade, com a sua alegria e optimismo, a sua palavra fácil e entusiasmante, a sua sensibilidade e jeito para ajudar e aconselhar os mais novos e os mais velhos, o seu saber e a sua arte. Admirado por todos, continua a ser lembrado e amado por muitos.
Algumas frases de aveirenses que, em jornais e livros, se lhe referiram com apreço e gratidão, dão bem a imagem da importância da sua personalidade.
Partiu “como parte o Anjo de Deus/-deixando atrás um rasto de luz”.
“Poeta de tudo o que é belo, cantor de tudo o que é bom”.
“Músico de muitas partituras”.
“Da música fazia linguagem de Deus, que é preciso ouvir na beleza harmónica das notas e na delicadeza dos sons”.
“Transfigurava, com o seu sorriso e simpatia, com a sua palavra luminosa, com o seu entusiasmo contagiante, tudo aquilo em que tocava”.
“O Padre Arménio não morreu! Está vivo na memória e no coração de muitos, está presente e vivo na vida dos que com ele se cruzaram e conviveram”.
É este Homem, escolhido pelo bispo emérito de Aveiro, D. António Marcelino, como um dos “grandes aveirenses”, que vamos recordar nesta Eucaristia de acção de graças pela dádiva e generosidade da sua vida. Serão cantados cânticos da sua autoria.
João Gamboa
