Reaprender… para viver melhor A confissão, penitência ou reconciliação, não é um sacramento para uma época do ano: é uma oferta permanente de Deus e pode ser uma atitude de qualquer tempo, por parte do penitente. Por isso, continuamos a dar aos leitores alguns parágrafos de Bruno Forte, reconhecendo o seu vigor pastoral e a sua clareza iluminadora.
“Na História da Igreja, a penitência tem sido vivida numa grande variedade de formas, comunitárias e individuais, que, todavia, mantiveram a estrutura fundamental do encontro pessoal entre o pecador arrependido e o Deus vivo, através da mediação do Bispo ou Sacerdote. Através das palavras da absolvição, pronunciadas por um homem pecador, o qual todavia foi escolhido e consagrado para o ministério, é o próprio Cristo que acolhe o pecador arrependido e o reconcilia com o Pai, e, no dom do Espírito Santo, o renova como membro vivo da Igreja”.
Permanece esta dimensão de encontro pessoal entre o pecador arrependido e o perdão do Pai, pela mediação do ministério ordenado. E é essa também a via de reingresso, pelo Amor redentor, na Comunidade dos fiéis. Para além de que, esta dimensão de encontro pessoal reaviva a responsabilidade de cada um, por si e pelo todo que é a Igreja.
Q.S.
