Bento XVI admitiu que a Igreja vive uma crise vocacional, com consequências de diminuição e envelhecimento do clero nas dioceses que, noutros tempos, enviavam missionários para regiões longínquas.
Perante a “crise vocacional difusa”, Bento XVI indicou que, se “não podemos ignorar os problemas e as sombras”, é necessário “dirigir o olhar para o futuro com confiança, conferindo uma renovada e mais autêntica identidade aos missionários ‘fidei donum’, num contexto mundial sem dúvida diferente em relação aos anos 50 do século passado”.
O Papa falava ao receber, no Vaticano, os participantes no Congresso Mundial dos Missionários Fidei Donum e o Conselho Superior das Obras Missionários Pontifícias, na sexta-feira passada.
