
Francisco advertiu para a necessidad de não nos tornarmos “surdos na alma” que vivem de “falsos deuses” alegando “não ouvir o Senhor”. Sempre que o fazemos corremos o “risco da idolatria e ficamos sem bússola incapazes de ir ao encontro da terra do encontro com cristo ressuscitado”.
Para que tal não aconteça o Papa convidou os presentes a pedirem “a graça da memória”:
“A Quaresma ajuda-nos a caminhar nesta estrada. A perserverar no caminho do encontro com o Senhor sem perder a memória. Quando se perde a memória, cai-se na tentação da autosuficiência, e fica-se incapaz de recordar, como o povo de israel todo o caminho percorrido na companhia de Deus. Então devemos pedir a graça da memória para não nos esquecermos do caminho percorrido”.
“É preciso recordar para seguir adiante; não perder a história: a história da salvação, a história da minha vida, a história de Jesus comigo”, considerou.
“Que o Senhor nos dê a graça de conservar a memória”, concluiu.
Educris com Osservatore Romano




