A parte da manhã foi o tempo dedicado a uma avaliação da presença e acção da LOC/ MTC na nossa diocese e também o momento de planificação para o novo ano pastoral. Na parte da tarde e como tem acontecido nos anos anteriores, realizou-se um Encontro de reflexão e debate para o qual haviam sido convidados algumas dezenas de simpatizantes e amigos.
Os trabalhos iniciaram-se pelas 9,30 horas com apresentação dos Relatórios de Avaliação, apresentação de Contas do ano 2013/ 2014 e, a seguir o Plano de Actividades e Acção para o ano seguinte. Esta avaliação e planificação começou algum tempo antes nas reuniões de militantes que antecederam a data da Assembleia. A partir daí foram elaborados os documentos que agora foram discutidos, completados e aprovados.
Tendo presente os objectivos e as prioridades ao nível nacional e, também os objectivos e prioridades incluídas no nosso Plano de Acção, procurámos desenvolver ao longo do ano um maior cuidado e esforço com vista à expansão do Movimento na nossa diocese. Esse esforço e empenhamento mais centrado em algumas freguesias da região e na cidade da Covilhã vai ter continuidade neste próximo ano. Alguns militantes estão ao mesmo tempo empenhados em acompanhar e apoiar o caminho iniciado no sentido do renascimento da JOC nesta zona do país.
Também neste novo ano continuaremos a participar, tanto quanto possível, nas iniciativas enquadradas no Plano Pastoral Diocesano.
“Que Sinais Novos no Tempo Presente?”
Após o almoço e com início às 15 horas, teve lugar o Encontro alargado a simpatizantes e amigos, cujo tema central era “Que Sinais Novos no Tempo Presente?”.
Pudemos neste Encontro contar com a participação animadora da vice-coordenadora nacional da LOC/ MTC que recentemente e em representação do Movimento teve o privilégio de estar com o Papa Francisco, num Encontro Mundial de Movimentos Populares, realizado em Roma de 27 a 29 de Outubro. Também por esse acontecimento, a Glória Fonseca partilhou connosco o testemunho de quanto o Papa Francisco sensibilizou os representantes daqueles Movimentos, vindos de todos os continentes, com as suas palavras e os seus gestos contagiantes. E pudemos ouvir o discurso onde o Papa destacou as questões básicas para a vida dos povos, como terra, casa (tecto) e o trabalho. Um discurso profundo e em linguagem simples dirigido a gente onde havia aqueles que vivem da recolha de papel e cartão, vendedores ambulantes, costureiros, artesãos, pescadores, camponeses, mineiros, trabalhadores de cooperativas e de ofícios populares. Um discurso onde sublinha a dignidade de toda esta gente e aponta caminhos de esperança numa outra sociedade.
Nesta tarde de 29 de Novembro, onde puderam intervir duas dezenas de participantes, ficou o desejo de continuarmos a reflexão e o debate num próximo encontro. Ficou ainda a convicção de que vivemos um tempo, talvez único, em que podemos juntar a nossa voz e o nosso testemunho à esperança numa Igreja fiel à Boa Nova do Evangelho e à construção duma sociedade justa e sustentável.
O Encontro terminou pelas 18,00 horas com um lanche e os sabores agradáveis de um chá, mas também castanhas e jeropiga, já que ainda estávamos no mês de S. Martinho.
O Secretariado Diocesano