Durante a parte da manhã (e a partir dos documentos previamente elaborados – Relatório de Avaliação e das Contas do ano anterior e Plano de Acção para o ano seguinte), decorreram os trabalhos de avaliação das actividades e acção do movimento e a planificação para o ano 2013/ 2014.
Na parte da tarde, com início pelas 14,30 horas, realizou-se o Encontro-debate para o qual havíamos convidado algumas dezenas de amigos e simpatizantes, naturalmente também com objectivo de aproximar mais do Movimento, tendo contado com três dezenas de participantes.
 
Avaliação das Actividade e Acção do Movimento
Partindo do Relatório escrito e da acção que cada militante desenvolveu ao longo do ano, pudemos constatar que foram muitos passos e caminhos percorridos, algumas reuniões, bastantes encontros pessoais (e desencontros), muitos telefonemas, algumas cartas, umas tantas comunicações escritas, diferentes doses de generosidade e partilha… Algumas de nós com mais envolvimento nas paróquias, outros procurando levar a mensagem através do associativismo e organizações em que participamos e através da intervenção política de cidadania.
Promovemos em 18 de Maio, em parceria com organizações de cidadãos de âmbito local e nacional, um Encontro-debate centrado nos direitos e deveres da cidadania, a propósito das eleições autárquicas e com o tema: “Poder Local e Democracia Participativa”. Contou com três dezenas e meia de participantes.
Do conjunto das actividades programadas para 2013, não foi possível concretizar duas delas: encontro de leitores e assinantes do Voz do Trabalho e uma “Caminhada ao Vale Glaciar do Alforfa” até à Barragem do Padre Alfredo. A este facto não foi alheio problemas de saúde que implicaram a ausência temporária de animadores diocesanos.
Participámos com empenho nas actividades interdiocesanas e nacionais e procurámos contribuir para o bom resultado do XV Congresso Nacional.
Mas, apesar de tudo isso e dos compromissos assumidos, reconhecemos não ter conseguido os objectivos para o ano que agora termina, no que diz respeito ao crescimento da LOC/ MTC na diocese. Naturalmente, reafirmamos agora esses compromissos enquadrados nas prioridades e no Plano de Acção do Movimento do nível nacional.
 
 
Encontro-debate alargado
Porque toda a Igreja Católica está convocada para evocar os 50 anos do Concílio. E porque ao nível da diocese da Guarda também a LOC/MTC aceitou participar no Plano para 4 anos centrado na proposta de “Voltar a escutar o Concílio Vaticano II”, esta foi a temática do Encontro.
Depois de uma parte inicial de introdução e na qual também o coordenador nacional interveio para falar do Movimento de Trabalhadores Cristãos, com dimensão mundial, teve lugar um trabalho de grupos centrado em duas questões principais:
a) Como poderão os horizontes do Vaticano II e as mensagens do Papa Francisco (que está a surpreender o Mundo) chegar às nossas comunidades e às nossas paróquias?;
b) Se nós (também) somos Igreja, se o Concílio há 50 anos reconheceu o papel e a missão dos leigos na Igreja e na Sociedade, que caminho somos desafiados a percorrer?
Após o trabalho de grupos com viva e interessada participação, o Encontro conclui-se com a partilha das conclusões dos grupos e algum debate que se seguiu. Foi unânime o sentimento de que fazem falta mais oportunidades para partilhar e debater com outros o nosso olhar, as nossas interrogações e as nossas esperanças. Ficou o desafio de todos contribuirmos para outros encontros se concretizarem, nomeadamente, em Loriga, Unhais da Serra e Covilhã.
Ao meio da tarde houve ainda espaço para um chá, uns bolos e figos secos e um café de convívio animado, onde pudemos rever amigos/as e companheiros/as e partilhar algumas ideias para o futuro.
O Encontro terminou, como previsto, pelas 18 horas.