Foi sobretudo um encontro de movimentos, de pessoas, de partilha, de união fraterna.
Ficou patente a alegria de continuarmos a trabalhar em conjunto, nas atividades, na animação de grupos, no testemunho, na caminhada.
Um padre amigo nosso costumava dizer que temos dois ouvidos e uma só boca, por isso devemos ouvir duas vezes e falar uma. Como somos três movimentos, calhou bem, tivemos oportunidade de ouvir os projetos e anseios dos outros dois e partilhar o nosso.
Estiveram presentes alguns elementos de um novo grupo da LOC que acabou de nascer na Pampilhosa. No espírito desta comunhão dos movimentos, vários elementos são mães de jovens da JOC e crianças do MAAC.
Sentimos connosco, representados pelo Pe. Manuel Carlos, a Elisabete, o Rui, a Glória, e o Pe. Emanuel, a solidariedade e a presença de todos os movimentos da Pastoral Operária, no seu todo.
O encontro não terminou nesse dia. Terá continuidade na caminhada conjunta que será feita ao longo do ano e nos encontros da Comissão Diocesana da Pastoral Operária de Coimbra, que recentemente foi formalmente criada.
No final fizemos um magusto, à fogueira, Partimos as castanhas assadas e enfarruscamo-nos.
Voltamos para casa marcados pela fuligem do magusto, e não só.
26 de outubro de 2013