Foi uma conferência que despertou muito interesse nos participantes pelos conteúdos que nela se desenvolveram, e pelos testemunhos vivos de quem ainda conviveu com a figura do padre Abel Varzim.
Esta Conferência teve como conteúdos: “O pensamento de Abel Varzim sobre o trabalho, os trabalhadores e a sua intervenção no Mundo Laboral”, desenvolvida pelo Dr. Nuno E. Ferreira, do Centro de Estudos Religiosos da UCP; “A ligação do padre Abel Varzim à LOC/MTC e o que isso representou e representa para o Movimento”, desenvolvida por Fátima Almeida, militante da LOC/MTC; e por último, “Como relacionar o pensamento do padre Abel Varzim e a sua ação com as dificuldades atuais dos trabalhadores em Portugal e na Europa”, desenvolvida por Reinhard Naumann, da Fundação Friedrich Ebert.
Transpondo algum resumo dos conteúdos, o padre Abel Varzim foi um homem sofredor, silencioso, isolado, incompreendido, mas de uma coragem evangélica, um Evangelho ambulante. Deixou-nos uma mensagem intemporal. Um homem de personalidade e convicções fortes, que lutou fortemente pela defesa dos mais desprotegidos do seu tempo.
Alguém dizia, “ele não morreu, deixou-nos”. Nós militantes deste Movimento que ele desenvolveu, a LOC/MTC, queremos e devemos continuar a beber desta herança que o padre Abel Varzim nos deixou, porque as razões das suas lutas continuam atuais e é preciso continuá-las e ir em frente.
Esta Conferência teve como conteúdos: “O pensamento de Abel Varzim sobre o trabalho, os trabalhadores e a sua intervenção no Mundo Laboral”, desenvolvida pelo Dr. Nuno E. Ferreira, do Centro de Estudos Religiosos da UCP; “A ligação do padre Abel Varzim à LOC/MTC e o que isso representou e representa para o Movimento”, desenvolvida por Fátima Almeida, militante da LOC/MTC; e por último, “Como relacionar o pensamento do padre Abel Varzim e a sua ação com as dificuldades atuais dos trabalhadores em Portugal e na Europa”, desenvolvida por Reinhard Naumann, da Fundação Friedrich Ebert.
Transpondo algum resumo dos conteúdos, o padre Abel Varzim foi um homem sofredor, silencioso, isolado, incompreendido, mas de uma coragem evangélica, um Evangelho ambulante. Deixou-nos uma mensagem intemporal. Um homem de personalidade e convicções fortes, que lutou fortemente pela defesa dos mais desprotegidos do seu tempo.
Alguém dizia, “ele não morreu, deixou-nos”. Nós militantes deste Movimento que ele desenvolveu, a LOC/MTC, queremos e devemos continuar a beber desta herança que o padre Abel Varzim nos deixou, porque as razões das suas lutas continuam atuais e é preciso continuá-las e ir em frente.
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