Set 30, 2006 | Sem categoria
EM PORTUGAL COMUNIDADES RELIGIOSAS – CATÓLICAS E OUTRAS – DE DIVERSAS NACIONALIDADES, LÌNGUAS E RITOS QUE DÃO APOIO À VIDA ESPIRITUAL DOS IMIGRANTES E SUAS ORGANIZAÇÕES, OFERECENDO PESSOAS, ESPAÇOS E EVENTOS CELEBRATIVOS. Lugares de culto _____________________ A Obra Católica Portuguesa de Migrações / OCPM apresenta o resultado – ainda incompleto – do Levantamento Nacional realizado através das informações obtidas junto dos Secretariados Diocesanos da Pastoral de Migrações ou Mobilidade / SDPM, por ocasião do Encontro Nacional da Pastoral de Migrações “Novas Migrações e Diversidade Religioso”, realizado em Julho de 2006. Toda e qualquer correcção à presente listagem será muito bem acolhida por nós. Agradecemos que nos envie as informações detalhadas e eventuais correcções para a secretaria da OCPM: Endereço electrónico: ocpm@ecclesia.pt Telefax: 21 88 55 469 Telefone: 21 88 55 470 ———————– DIOCESE DO ALGARVE COMUNIDADE CATÓLICA DE RITO ORIENTAL IGREJA GRECO-CATÓLICA DA UCRÂNIA P. Mykola Missiuk (diocesano) Rua de Loulé, 20 – Apartado 64 – 8001-501 S. Barbara de Nexe Contactos: Tel. 289 898300: Fax: 289 905400 Local de celebração Língua/ rito Horário Dias de atendimento Outros serviços COMUNIDADE ORTODOXA PATRIARCADO ECUMÉNICO DE CONSTANTINOPLA Padre Nikolai Kutsiuk Igreja de Santa Maria – Pr. do Infante – LAGOS Celebrações: Domingo – 9H00 Contactos: Tel. 963726466 ———————- DIOCESE DE AVEIRO COMUNIDADE ORTODOXA PATRIARCADO ECUMÉNICO DE CONSTANTINOPLA P. Vasyl Khomin Paróquia de S. Nicolau Praça Ferreira Tavares, 14A – Albergaria-a-Velha Contactos: Tel. 968519596 Celebrações: 2º. e 4º. Domingos – 11H00 Alberto Teixeira (presidente da Comunidade) 933378854 ———————-~ DIOCESE DE BEJA COMUNIDADE CATÓLICA DE RITO ORIENTAL IGREJA GRECO-CATÓLICA DA UCRÂNIA P. Ivan Hudz (Sociedade Missionária St. André Apóstolo) P. António Pautchuk (Sociedade Missionária St. André Apóstolo) Casa Paroquial de Torrão – Largo de S. Francisco, 1 7597-102 TORRÃO Contactos: Tel. 265 669 053; Tel. 96 858 7186; Fax 266758329 Local de celebração Horário Dias de atendimento Outros serviços COMUNIDADE ORTODOXA ROMENA E MOLDAVA P. Oleg Chiaburu (moldavo) Local de celebração Horário Dias de atendimento Outros serviços Celebração: de casamentos e Baptizados ———————– DIOCESE DE BRAGA COMUNIDADE ORTODOXA UCRANIANA PATRIARCADO DE KIEV P. Bundzyak Vasyl P. Tkachuk Dmytro Contactos: – Tel. 96 78 53 690 – Tel. 96 32 74 258 Língua/ rito: Língua Ucraniana Local de celebração: Igreja da Lapa – Braga Horário: Domingos das 11h – 13h Local – Capela das religiosas Franciscanas Missionárias de Maria Barcelos Horário: uma vez por mês ———————— DIOCESE DE COIMBRA COMUNIDADE ORTODOXA PATRIARCADO ECUMÉNICO DE CONSTANTINOPLA Padre Vasyl Khomin Mosteiro de Celas – Largo do Mosteiro – Coimbra Entrada pelo Hospital Pediátrico Contactos: Tel. 968519596 Celebrações: 3º. Domingo – 10H00 ———————– DIOCESE DE ÉVORA COMUNIDADE CATÓLICA DE RITO ORIENTAL IGREJA GRECO-CATÓLICA DA UCRÂNIA P. Ivan Hudz (Sociedade Missionária St. André Apóstolo) P. António Pautchuk (Sociedade Missionária St. André Apóstolo) Casa Paroquial de Torrão – Largo de S. Francisco, 1 7597-102 TORRÃO Contactos: Tel. 265 669 053; TM 96 858 7186; Fax 266758329. Local de celebração: nas paróquias de Viana do Castelo e Estremoz, em Évora nas capelas de N. Sr.ª da Saúde e Capela de S. Joãozinho – paróquia de S. Pedro Horário Dias de atendimento Outros serviços ———————— PATRIARCADO DE LISBOA CAPELANIAS DIOCESANAS DE RITO CATÓLICO ROMANO COMUNIDADE CATÓLICA DOS PAÍSES AFRICANOS DE LÍNGUA OFICIAL PORTUGUESA (PALOP) P. Gaudêncio Sangandu (Missionários Espiritanos) P. Wandali Bavca (Missionários Espiritanos) Contactos: Tel. 214 447530 / 214458442; Fax: 214451670 Local de celebração Horário Dias de atendimento Outros serviços COMUNIDADE CATÓLICA DE LÍNGUA ALEMÃ P. Bernhard Wolf (Oblatos da Virgem Imaculada ) Local de celebração: Igreja N. Sra. das Dores Rua do Patrocínio, 8, 1350-230 Lisboa. Contactos: Tel. 213964114; Fax: 213956939; dt.kath.kirche@mail.telepac.pt; http://.dtkathkirchelisboa.home.sapo.pt Horário Dias de atendimento Outros serviços COMUNIDADE CATÓLICA BRASILEIRA P. Marcelo Nespoli Magalhães (Missionários Palotinos) Rua Dr. Sidónio Pais, 64, 2675-503 ODIVELAS. Contactos: Tel. 219341147; Fax: 219334069 Local de celebração Horário Dias de atendimento Outros serviços COMUNIDADE CATÓLICA DE LÍNGUA ESPANHOLA P. José Carlos Fernandez Otero (Diocese de Orense) Avenida dos Maristas, lote 5, 11º C, 2775-242 PAREDE Contactos: Tel. 214530566; Fax: 214530566 Local de celebração Horário Dias de atendimento Outros serviços COMUNIDADE CATÓLICA DE LÍNGUA FRANCESA P. Jean Duranton Local de celebração: Igreja de S. Luís Rua das Portas de S. Antão, 34, 1150-268 Lisboa Contactos: Tel. 213425821; Fax: 213471391 Horário Dias de atendimento Outros serviços COMUNIDADE CATÓLICA DE LÍNGUA INGLESA P. Bernard McCay-Morrisey (Ordem dos Pregadores) P. Stephen Hutchison (Ordem dos Pregadores) P. Lawrence Martin Crowe (Ordem dos Pregadores) Rua do Murtal, 368, S. Pedro do Estoril, 2765-541 ESTORIL. Contactos: Tel. 214673771 / 214681676 (Igreja); Fax: 219233384. Local de celebração Horário Dias de atendimento Outros serviços COMUNIDADE CATÓLICA DE LÍNGUA ITALIANA P. Francesco Tempori (Missionários Dehonianos) Local de celebração Igreja de N. Sra. do Loreto Rua da Misericórdia, 2, 1200-273 Lisboa Contactos: Tel. 213423655. Horário Dias de atendimento Outros serviços COMUNIDADE CATÓLICA POLACA P. Andrzej Gladysz (Missionários Palotinos) Rua Dr. Sidónio Pais, 64, 2675-503 ODIVELAS Contactos: Tel. 219341147; Fax: 219334069 Local de celebração Horário Dias de atendimento Outros serviços COMUNIDADE CATÓLICA DOS ORIGINÁRIOS DE GOA, DAMÃO E DIU (INDIA) P. António de Oliveira Colimão (Patriarcado de Lisboa) Local de celebração: Igreja de S. Francisco Xavier R. Diogo Afonso, 1400-103 Lisboa Contactos: Tel. 213018648. Horário Dias de atendimento Outros serviços COMUNIDADE CATÓLICA DOS UCRANIANOS E EUROPEUS DE LESTE DE RITO BIZANTINO P. Mário Zaviriski, (Ordem de S. Basílio Magno) P. José David Culeceha R. Quirino da Fonseca, 2-A, 1000-252 LISBOA. Contactos: TM 962782489 / TM 96 441 18 49 mzki@sapo.pt / colecha@sapo.pt Local: Capela do Antigo Hospital de Arroios Horários: Dias de atendimento Outros serviços COMUNIDADE ORTODOXA ROMENA (Depende de Paris, França, onde reside o bispo titular). P. Marius Viorek Paróquia da Entrada de N. Sra. no Templo Igreja de S. Crispim, Rua de S. Mamede ao Caldas, 8 B, 1100-534 LISBOA. Contactos: Tel. 218872552 / 965230375; promavip@clix.pt. COMUNIDADE ORTODOXA PATRIARCADO ECUMÉNICO DE CONSTANTINOPLA P. Igor Nevinskyy P. Alexandre Bonito Paróquia de S. Nectário e S. Gregório Capela do Bairro de Caselas Celebrações: 1º. e 3º. Domingos – 11H30 Contactos: P. Igor Nevinskyy – 969032670 P. Alexandre Bonito – 965155660 P. Igor Nevinskyy Igreja de Santo André – MAFRA – Celebrações em dias de festa COMUNIDADE ORTODOXA RUSSA P. Arsénio —————————– DIOCESE DE LEIRIA-FÁTIMA COMUNIDADE CATÓLICA DE RITO ORIENTAL IGREJA GRECO-CATÓLICA DA UCRÂNIA P. Yevhen Kolosok (diocesano). Capela Bizantina “Domus Pacis” – Santuário de Fátima Apartamento 31, 2495-908 FÁTIMA. Contactos: Tel. 249539601 (ext. 2144) / TM 968556000. ———————— DIOCESE DE SETÚBAL COMUNIDADE CATÓLICA BRASILEIRA Pe. António Pires (Setúbal) Local de celebração: Igreja da Costa da Caparica Horário: 18h – aos Domingos. Dias de atendimento Outros serviços Contactos: COMUNIDADE CATÓLICA DE RITO ORIENTAL IGREJA GRECO-CATÓLICA DA UCRÂNIA P. Mário Zaviriski, (Ordem de S. Basílio Magno) P. José David Colecha (Ordem de S. Basílio Magno) Contactos: Tel. 962782489 / Tel. 96 441 18 49 – mzki@sapo.pt / colecha@sapo.pt Local de celebração: Igreja de Grilos e N. Sr.ª da Conceição em Setúbal Horário Dias de atendimento Outros serviços ————————– DIOCESE DE SANTARÉM COMUNIDADE CATÓLICA DE RITO ORIENTAL IGREJA GRECO-CATÓLICA DA UCRÂNIA P. Yevhen Kolosok (diocesano). Residência: Capela Bizantina “Domus Pacis” Santuário de Fátima – Apartamento 31, 2495-908 FÁTIMA. Tel. 249539601 (ext. 2144) / TM 968556000 Local de celebração Língua/ rito Horário Dias de atendimento Outros serviços ————————- DIOCESE DE VISEU COMUNIDADE CATÓLICA DE RITO ORIENTAL IGREJA GRECO-CATÓLICA DA UCRÂNIA P. Ivan Babchuk (diocesano) Bairro Social da Paradinha – Paradinha, Bloco 8, 1º Esq. 3510-752 VISEU. Tel. 232435783; Fax: 232435926 Local de celebração Língua/ rito Horário Dias de atendimento Outros serviços ———————— DIOCESE DO PORTO COMUNIDADE ORTODOXA PATRIARCADO ECUMÉNICO DE CONSTANTINOPLA – Paróquia de S. Pantaleão: R. da Constituição, 379 – Porto Contacto: 96.6281490 – Bispo D. Hilarion Rudnyk Celebração dominical: 10H30 / festas: horário a combinar. Sacramento da Reconciliação: Domingo a partir das 9H00 COMUNIDADE ORTODOXA ROMENA – Igreja Ortodoxa Romena Capela de S. Salvador – R. Mouzinho da Silveira (frente à PSP) Contacto: 96.5230375 (Padre Marius Viorek) – 96.0147388 (Dr. Catalin Calistru – leigo) Liturgia: último Sábado de cada mês, 8H00 Sacramento da Reconciliação: última sexta-feira de tarde COMUNIDADES EVANGÉLICAS: – Igreja Evangélica Alemã Rua do Mirante, 99 – Canidelo – Vila Nova de Gaia Contacto: 226101261 (Tel. e Fax) – Igreja Evangélica Metodista Praça Coronel Pacheco, 23 / 4050-453 Porto Contacto: 222007410 / sede-geral@igrejametodista.pt – Igreja Anglicana de St. James (comunidade Inglesa) Largo da Maternidade – Porto Contacto: 226064989 / stjameschurch@compuserve.com – Igreja Lusitana Apostólica Evangélica (comunhão Anglicana) Rua Afonso de Albuquerque, 86 / 4431-905 Vila Nova de Gaia Contacto: 223754018 / centrodiocesano@igreja-lusitana.org OUTRAS COMUNIDADES RELIGIOSAS NO PORTO Judaísmo Sinagoga – Rua Guerra Junqueiro – Porto Contacto: 91.8464087 Ofício religioso: sexta-feira, 19H00 Islamismo Centro Islâmico: Rua do Heroísmo, 223 / 4300-259 Porto Contacto: 96.6073698 / abdul.manga@amorim.com Mesquita: Masjid e Bilal – Raziallahutalanhu Rua do Loureiro – Porto Contacto: 222010398 / abdullahkhank@hotmail.com Budismo União Budista do Porto: Rua da Restauração, 463-2º / 4050-506 Porto Contacto: 91.7088371 / 93.6455104 ubporto@gmail.com ubporto@yahoo.co.uk —————————– DIOCESE DE VIANA DO CASTELO COMUNIDADE ORTODOXA PATRIARCADO ECUMÉNICO DE CONSTANTINOPLA P. Vasyl Savchuk Contactos: Tel. 0034.687300942 Capela de S. João de Arga Celebrações: Domingo – 11H00 =========================================================== COMUNIDADES RELIGIOSAS EM PORTUGAL ALGUNS LINKS DE INTERESSE www.lisnagog.org Comunidade Israelita de Lisboa www.igreja-metodista.pt Igreja Evangélica Metodista Portuguesa www.igreja-presbiteriana.org Igreja Evangélica Presbiteriana de Portugal www.p035454545.planetaclix.pt Igreja Ortodoxa Grega (Patriarcado Ecuménico de Constantinopla) http://www.mospat.ru Igreja Ortodoxa Russa www.alfurqan.pt Comunidade Islâmica de Lisboa www.uniaobudista.com União Budista Portuguesa www.bahai.pt Comunidade Bahá’i de Portugal www.irmaos.net Portal das Assembleias de Irmãos em Portugal www.aliancaevangelica.pt Portal Evangélico de Portugal http://www.convencao-assembleias-deus.org Convenção das Assembleias de Deus em Portugal www.sociedade-biblica.pt Sociedade Bíblica de Portugal www.adventist.org União Portuguesa dos Adventistas do Sétimo Dia www.cruzazul.pt IPPS – Cruz Azul em Portugal www.exercitodesalvacao.org Exército de Salvação em Portugal www.eyce.org Conselho Ecuménico Europeu da Juventude _____________________ * situação em 07.11.2007
Set 25, 2006 | Sem categoria
COMUNICADO DE IMPRENSA
“Migraciones y juventud. Una oportunidad para la sociedad y la Iglesia en Europa”.
Convocados por la Comisión de Migraciones del Consejo de las Conferencias Episcopales de Europa (CCEE) se ha celebrado en Sigüenza, durante los días 21 al 24 de Septiembre, el Encuentro anual de Directores nacionales de las Pastoral de Migraciones. Han participado 46 representantes de 25 Conferencias Episcopales de Europa y de la Santa Sede, entre ellos seis obispos, así como representantes de organizaciones católicas internacionales (COMECE, ICMC, CARITAS EUROPA). El tema de estudio ha sido “Migraciones y juventud. Una oportunidad para la sociedad y la Iglesia en Europa”.
Ayudados por varios expertos que han desarrollado aspectos teológicos y pastorales relacionados con el tema de estudio, ha tenido lugar un rico intercambio de informaciones y experiencias en los diversos países europeos, de Norte a Sur y de Este a Oeste de Europa.
Los participantes en el Encuentro han puesto de relieve la necesidad de intensificar y mejorar la pastoral con los inmigrantes en general y con los jóvenes en particular. Estos constituyen el futuro de la nueva sociedad europea y de una Iglesia renovada y enriquecida por la aportación de los numerosos jóvenes que llegan a Europa o nacen ya en ella, procedentes de diversas culturas y de ricas tradiciones religiosas. Ellos son una “oportunidad para la Iglesia y la sociedad europeas”. En el Encuentro se ha constatado el importantísimo papel que en este proceso corresponde a la Organización de las Naciones Unidas (ONU), al Consejo de Europa (COE) y a la Unión Europea (UE).
Acontecimientos dolorosos, como los desórdenes en barrios periféricos de Francia, o los atentados de Londres, protagonizados por jóvenes, hijos o nietos de inmigrantes, ponen de manifiesto que el proceso de acogida y de integración de los inmigrantes en Europa ha tenido sus serias deficiencias.
Los participantes en el Encuentro de Sigüenza se proponen hacer llegar a sus Conferencias Episcopales y a la Iglesia de sus respectivos países el resultado de sus reflexiones y el compromiso de asumir la tarea de una mayor preocupación por los jóvenes inmigrantes. Esto supone crear desde las parroquias los servicios adecuados en el campo de la formación y del asociacionismo para facilitarles la fraterna acogida, el papel que les corresponde, la participación en el debate político y la integración armónica que posibiliten un futuro común en una Europa justa y solidaria.
Impresionados por la dramática situación actual de la llegada de inmigrantes de África a las Islas Canarias y a las costas del sur de la Península Ibérica , Italia y Malta, los participantes en el Encuentro consideran este fenómeno como consecuencia de la injusta situación de pobreza y subdesarrollo en los países de origen de los inmigrantes. Empujados por la necesidad, se lanzan a la aventura de alcanzar el “sueño” europeo con el deseo de escapar de la pobreza y mejorar su situación y la de sus familias. Los participantes en el Encuentro denuncian esta injusta situación y apelan a la responsabilidad de los países desarrollados de Europa, a la ONU, al COE y a la UE para que establezcan políticas más generosas de ayuda al desarrollo de los países pobres y controles más eficaces de las mafias y de los traficantes de personas. Al mismo tiempo, expresan su solidaridad con la Conferencia Episcopal Española, con las diócesis de Tenerife, de Canarias, y con las demás diócesis afectadas, así como con Cáritas, con las Congregaciones religiosas, las ONG’s y todos los que con su esfuerzo contribuyen a socorrer a estas personas, víctimas de la pobreza y del abuso de los traficantes y expuestos a graves peligros.
Los asistentes manifiestan también su solidaridad con S.S. Benedicto XVI en su llamamiento al diálogo interreligioso y autocrítico y hacen suya su exigencia de renuncia a todo tipo de violencia practicada en nombre de la religión.
Sigüenza, 24 de Septiembre de 2006
Set 25, 2006 | Sem categoria
“Migrações e Juventude: oportunidade para a Igreja e Sociedade na Europa”
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Conclusões
De 21 a 24 de Setembro de 2006 reuniram-se em Siguenza (Espanha), sob o convite de D. José Sanchez, bispo da diocese de Siguenza-Guadalajara, os directores nacionais e bispos promotores da pastoral de migrações, em representação de 25 Conferências Episcopais da Europa.
O encontro, organizado pelo Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE), na presença do seu secretário-geral, P. Aldo Giordano, foi presidido por D. Luís Pelâtre, Vigário apostólico de Istambul (Turquia) e presidente da Comissão de Migrações do CCEE.
O tema “Migrações e Juventude: oportunidade para a Igreja e Sociedade na Europa” foi analisado mediante abordagens nas áreas da sociologia, teologia e pastoral por peritos e aprofundado à luz da experiência dos participantes. Os representantes das Organizações Católicas Internacionais (COMECE, ICMC e Caritas Europa) associaram-se igualmente a esta reflexão.
Os jovens da migração constituem uma realidade incontornável das nossas sociedades. São diferentes pelas suas origens culturais, étnicas e religiosas; pela própria história migratória ou pela dos seus pais. Eles são filhos de imigrantes, apelidados de 2ª e 3ª gerações, nascidos, em geral, no país de acolhimento; uns chegam de maneira regular para prosseguir os seus estudos, trabalhar ou unir-se às suas famílias; outros chegam de forma irregular ou como requerentes de asilo para fugir à pobreza ou violência generalizadas nos seus países; muitos são ainda crianças, rapazes e raparigas vítimas do tráfico de seres humanos…
Pelo facto de se situarem na confluência de culturas e histórias humanas tão diversas, os jovens jogam um papel capital no processo de coesão e integração sociais: eles são ponte entre culturas e artesãos de um povo novo.
No entanto, as suas identidades complexas, as suas múltiplas pertenças – entre outras, a pertença religiosa ou as suas raízes distantes daquelas europeias – servem habitualmente como pretexto para muitos deles serem considerados como elementos marginais ou estranhos às nossas sociedades e igrejas.
Os jovens da migração – nascidos no país de acolhimento ou recém-chegados – quando desejam participar de maneira activa na vida da sociedade são muitas vezes confrontados com numerosas dificuldades: discriminações, atitudes racistas, exclusão do mercado de trabalho e da vida politica, formação escolar e profissional insuficientes, falta de protecção…
Eles colocam às sociedades da Europa e às Igrejas o desafio de recusar o medo das diferenças e o medo da novidade. São, com efeito, sinais e actores de um povo novo em devir. Eles são sujeitos das suas próprias vidas.
Os jovens cristãos são, por seu lado, sinais e actores de uma Igreja testemunha da novidade do Senhor que, pela sua morte e ressurreição, gerou uma fraternidade universal. Eles são o nosso presente, o presente da Igreja e da sociedade.
Neste sentido, os participantes interrogaram-se sobre a maneira através da qual as igrejas podem aproveitar a oportunidade de responder às aspirações e aos questionamentos dos jovens da migração. No final do encontro e conscientes das suas responsabilidades ao serviço da missão da Igreja, propõe-se as seguintes recomendações pastorais:
1. As igrejas dos países de acolhimento, de trânsito e de partida dos jovens da migração são chamadas a responder, num espírito de diálogo e colaboração, às crises de angustia social e espiritual dos jovens, de modo particular relativamente aqueles que se encontram em situação irregular ou são vitimas do tráfico, procurando com os diferentes responsáveis civis e políticos as soluções mais humanas.
2. Os jovens da migração pedem a criação de “espaços fraternos” onde possam reaprender a auto-estima, consolidar a consciência da própria identidade, crescer na fé, refontalizar-se espiritualmente e encontrar o seu lugar na sociedade e na Igreja.
3. É importante e necessário valorizar, nesses “espaços fraternos”, as qualidades, os dinamismos humanos e espirituais dos jovens e reconhecer-lhes novas aptidões para assumir responsabilidades eclesiais e sociais.
Siguenza, 24 de Setembro de 2006
Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE)
Comissão de Migrações
(version en français)
“Migration et jeunesse – chance pour l’Eglise et la société en Europe”
Du 21 au 24 septembre 2006, ce sont réunis, à Sigüenza (Espagne), à l’invitation de Mons. José Sanchez, évêque du diocèse de Sigüenza-Guadalajara, les directeurs nationaux et évêques promoteurs de la pastorale des migrants, représentant vingt-cinq Conférences épiscopales d’Europe.
La rencontre, organisée par le Conseil des Conférences épiscopales d’Europe (CCEE), en présence de son secrétaire générale, Mons. Aldo Giordano, a été présidée par Mons. Louis Pelâtre, Vicaire apostolique d’Istanbul (Turquie) et Président de la Commission Migration du CCEE.
Le thème « Migration et jeunesse – chance pour l’Eglise et la société en Europe », a été analysé par des apports sociologiques, théologiques et pastorales d’experts et a été approfondi à la lumière de l’expérience des participants. Des représentants d’organisations catholiques internationales et du Saint Siège ont été, également, associés à cette réflexion.
Les jeunes de la migration constituent une réalité incontournable de nos sociétés. Ils sont divers par leurs origines culturelles, ethniques et religieuses ; par leur histoire migratoire ou par celle de leurs parents. Ils sont des enfants d’immigrés, dits de deuxième/troisième génération, nés dans le pays d’accueil ; certains arrivent de manière régulière pour y faire des études, travailler ou rejoindre leurs familles ; d’autres arrivent de manière irrégulière ou en demandeurs d’asile pour échapper à la pauvreté ou à la violence généralisée de leur pays ; ils sont aussi des enfants, jeunes filles ou garçons tombés sous la coupe de traficants d’êtres humains…
Du fait de se situer au confluent de cultures et d’histoires humaines diverses, les jeunes jouent un rôle capital dans le processus de cohésion et d’intégration sociales : ils sont des ponts entre cultures, des artisans d’un peuple nouveau.
Toutefois, leurs identités complexes, leurs multiples appartenances – parmi lesquelles l’appartenance religieuse ou leurs origines éloignées des racines européennes – servent souvent de prétexte à considérer nombre d’entre eux comme des éléments marginaux ou extérieurs à nos sociétés et Eglises.
Les jeunes de la migration – nés dans les pays d’accueil ou nouvellement arrivés – quand ils veulent participer de manière active à la vie de la société, sont souvent confrontés à de nombreuses difficultés: discriminations, attitudes racistes, exclusion du marché du travail et de la vie politique, formations scolaire et professionnelle insuffisantes, manque de protection…
Cependant, ces jeunes posent aux sociétés d’Europe et aux Eglises le défi de refuser la peur de la différence, le défi de refuser la peur de la nouveauté. Ils sont, en effet, signes et acteurs d’un peuple nouveau toujours en devenir. Ils sont les sujets de leurs vies.
Les jeunes chrétiens sont, pour leur part, signes et acteurs d’une Eglise témoin de la nouveauté du Seigneur qui, par sa mort et résurrection, a engendré une fraternité universelle. Ils sont notre présent, le présent de l’Eglise et de la société.
En ce sens, les participants se sont interrogés sur la manière dont nos Eglises peuvent saisir la chance de répondre aux aspirations et interrogations des jeunes de la migration. Au terme de leur rencontre et au titre de leurs responsabilités au service de la mission de l’Eglise, ils proposent les recommandations pastorales suivantes :
1. Les Eglises des pays d’accueil, de transit et de départ des jeunes de la migration sont appelées à répondre, dans un esprit de dialogue et de collaboration, aux cris de détresse sociale et spirituelle de ces jeunes, de manière particulière de ceux qui sont en situation irrégulière ou sont victimes de trafics, cherchant avec les divers responsables civiles et politiques les solutions les plus humaines.
2. Les jeunes de la migration demandent que soient créés des “espaces fraternels” où ils puissent regagner l’estime de soi, reprendre conscience de leur identité, grandir dans la foi, se ressourcer spirituellement et trouver leur place dans la société et dans l’Eglise.
3. Il est important et nécessaire de valoriser, dans ces “espaces fraternels”, les qualités et les dynamismes humains et spirituels des jeunes et de les reconnaître comme de nouvelles aptitudes à assumer des responsabilités ecclésiales et sociales.
Fait, à Sigüenza, le 24.9.2006
Set 24, 2006 | Sem categoria
Instituto Teológico da Mobilidade Humana (SIMI)
Estão abertas as matrículas do ano académico 2006/2007 para o Curso de Licenciatura em Teologia Pastoral da Mobilidade Humana no “Scalabrini International Migration Institute” (SIMI) em Roma, Itália.
Este Instituto Internacional Especializado, da responsabilidade da Congregação dos Missionários de São Carlos (mais conhecidos por Scalabrinianos) encontra-se filiado na Faculdade de Teologia da Universidade Pontifícia Urbaniana.
Os estudos superiores baseiam-se na visão do beato João Scalabrini sobre as Migrações como direito natural da pessoa, ocasião e instrumento de desenvolvimento do diálogo e da integração dos povos, e ainda como experiência de ruptura e desenraizamento que exige a intervenção da Igreja e da sociedade na protecção da dignidade dos migrantes, deslocados e refugiados.
Inspirado no estilo da acção missionária do “apóstolo dos migrantes”, o Instituto propõe-se ser um lugar de formação, espaço de documentação, de aprofundamento interdisciplinar e metodologias pastorais para quantos já se dedicam ou se interessam ao complexo fenómeno da mobilidade humana, promovendo o confronto entre as diversas concepções político-sociais, ético-religiosas e culturais.
O período de matrículas termina em 6 de Outubro de 2006. Para mais informações os interessados podem dirigir-se à secretaria geral do SIMI, Via Calandrelli, 11 – 00153 Roma – Itália.
Tel.: 06/5812741 – fax: 06/5819354.
E-mail: segreteria@simi2000.org.
Para consultar o Programa dos Estudos em detalhe: www.simi2000.org
(In Agenzia Fides, 7/9/200)
Set 24, 2006 | Sem categoria
COMUNICADO
O FORCIM repulsa a continuada e vergonhosa situação de “crise humanitária” nas fronteiras europeias de Ceuta e Melilla.
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Unimo-nos aos apelos, denúncias e propostas de Organizações Não Governamentais espanholas e internacionais, dos Secretariados Diocesanos da Pastoral de Migrações de Cádiz, Ceuta e Málaga, das Organizações Cristãs (CARITAS, JRS, ICMC, COMECE, CCME, …) que romperam, mais uma vez o silêncio “cúmplice” da dramática e inaceitável situação que vivem milhares de imigrantes irregulares.
Queremos expressar a nossa consternação e pesar pelos mutilados e mortos das fronteiras, na ânsia desesperada de “entrar” por mar e terra na Europa. Comprometemo-nos não só a lembrá-los a Deus nos encontros de oração, como também a sensibilizar as paróquias e organizações cristãs para serem parte da solução através da solidariedade e actuação cívica pela dignidade humana.
As fronteiras do mundo, tal como no seio da União Europeia, devem ser lugares de vida e de encontro, e não de morte e desespero! Solidarizamo-nos com todos os que, em nome da defesa da vida, da sua fé e dos direitos humanos, são sinal de esperança num mundo mais justo e fraterno. Fazemos nossas as recentes declarações de Koffi Annam, António Guterres, Durão Barroso, bispos de Málaga, Cádiz e Ceuta, entre outros.
Recordamos que a Europa através das suas políticas migratórias securitárias e socialmente minimalistas tem vindo a tornar, desde há anos, o Mediterrâneo num “mar de morte” e “deserto de suplício” para os imigrantes e refugiados da vizinha África. A Europa deve comprometer-se de forma arrojada e cooperante na resolução das causas que forçam o migrar esses irmãos e envidar esforços com vista ao respeito intransigente dos direitos humanos, do Direito Internacional consagrado em Convenções ratificadas.
Mais do que reforçar fronteiras tornando-as “muros em escada” onde morrem imigrantes, há que reforçar a cooperação afro-europeia para erradicar a fome, pobreza, corrupção, comércio de armas e combater eficazmente as redes de traficantes de pessoas.
Reafirmamos o valor supremo da vida e da dignidade humana, independentemente da sua situação administrativa; perante a confirmada violação dos direitos humanos, uso desproporcionado da violência policial, aumento de mutilados e mortes de imigrantes subsaarianos, “deportações em massa” forçadas e desumanas para locais inóspitos, desrespeito pela vulnerabilidade dos requerentes de asilo que, desde há vários meses acontecem na fronteira externa europeia, de Ceuta e Melilla e que ultimamente, têm merecido a atenção privilegiada e profética dos media. Os africanos subsaarianos também são gente!
Nenhum país europeu, incluindo Portugal, se poderá considerar imune à tragédia humana que se vive em Ceuta e Melilla. Não basta apontar o dedo a Marrocos ao usar, mais uma vez, um país terceiro como “bode expiatório”.
Situações destas continuarão a acontecer nos próximos meses, se a Europa, em contexto global e de acelerada mundialização das migrações, não se responsabilizar concreta e “comunitariamente” pelo combate às raízes subjacentes à crescente irregularidade dos fluxos migratórios, através de uma urgente gestão da imigração legal, de forma ordenada, humana e participada bi- e multilateralmente.
Lisboa, 14 de Outubro de 2005
Forúm de Organizações Católicas para a Imigração (FORCIM)