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Senhor,
neste dia em que a igreja diocesana do Porto e não só,
faz silêncio e memória da vida de D. António Francisco dos Santos, ontem chamado aos braços amorosos do Pai,
quero dar-Te graças pela igreja que é como como uma esposa, viva, santa, imaculada.
Assim é a Igreja
e assim será a Igreja na eternidade
onde Tu, Senhor, és a cabeça
e nós os membros.
Esta Igreja não é um aglomerado de pessoas:
é um organismo vivo, santo,
bem articulado e cheio de beleza,
como “noiva adornada para o seu esposo”.
Torna-me, Senhor, digno de fazer parte
de tão glorioso Corpo
com uma tão insigne Cabeça,
que és Tu,
Assim seja.
Obrigado!

Pe. Granja