Rasguemos as vestes…
Do orgulho e da indiferença,
Da vaidade e do preconceito
Rasguemos as vestes…
Do simplesmente acomodado
Na poltrona do egoísmo e da cegueira
Rasguemos as vestes…
De tanta omissão e injustiça,
Do comodismo disfarçado
Rasguemos as vestes…
Abramos os olhos,
olhemos à volta
para os caminhos tortuosos
e os corpos despedaçados
Rasguemos as vestes…
Abramos corações endurecidos
Ao amor que é eterno,
Que não tem fronteiras
Nem espaços definidos
Nem recompensas humanas
Rasguemos as vestes…
Rasguemos o coração
Até às Cinzas!…
TE Viterbo – 2012