07 de Julho, na história de Aveiro

1574 — Foi passada a Inácio de Almeida carta de confirmação de um emprazamento, em vidas, de terras – uma chamada «a serra», junto da vila de Aveiro, e outra chamada «a seara», em Santo António, foreiras à Comenda de S. Miguel da mesma vila.

1575 — El-Rei D. Sebastião houve por bem «que o juiz de fora, que ora é e ao diante for nesta vila de Aveiro, seja capitão-mor da gente de ordenança da dita vila e seu termo».

1577 — Por mandado do provedor dos órfãos, Licenciado Miguel de França Moniz, o juiz, o escrivão, o mordomo e muitos confrades da Confraria de Santa Maria de Sá reuniram-se no edifício do seu hospital e reorganizaram o seu regimento ou estatuto.

1668 — O aveirense Dr. Manuel Mendes de Barbuda e Vasconcelos, apreciado poeta, natural de Verdemilho, por alvará desta data, teve dez anos de privilégio para imprimir e publicar o seu poema «Virginidos» ou «Da Vida da Virgem Senhora Nossa», que saíra à luz no ano anterior, em Lisboa, na oficina de Diogo Soares de Bulhões.

1673 — Com perto de 80 anos de idade, faleceu Simão da Costa e Almeida, que teve assento em Cortes como procurador da nobreza e que, em 1670, fundou em Aveiro a capela dos Santos Mártires, da qual foi o primeiro administrador.

1732 — D. Gabriel de Lencastre, sétimo duque de Aveiro tomou posse da Casa de Aveiro, mediante o procurador Dr. António de Sande Machado, prior de Santos, em Lisboa.

1753 — Foi passada provisão do lugar de escrivão do celeiro da Comenda de Avis, na vila de Aveiro, a Francisco Gomes Nunes, que teve provisão semelhante em 3 de Julho de 1751.

1808 — No Paço Episcopal, com o virtuoso prelado diocesano, D. António José Cordeiro, reuniram-se o governador da barra e da cidade, os ministros, os nobres, os clérigos regulares e seculares e os comerciantes para deliberarem, em segredo e sob juramento, sobre o plano mais conveniente de fortificação e defesa da cidade, ameaçada de invasão pelos franceses.

1977 — Começou a publicar-se o semanário “O Jornal de Aveiro”.

Fonte: “Calendário Histórico de Aveiro”, de António Christo e João Gonçalves Gaspar.