1452 — Foi passada «carta de perdão e habilitação aos peões, besteiros e outra gente meuda», compreendendo os aveirenses, «que foram na batalha (de Alfarrobeira) do Infante D. Pedro contra o Rei».
1624 — Foi passada carta de apresentação de cura da igreja de Nossa Senhora da Apresentação, da vila de Aveiro, ao Padre Jerónimo Galvão.
1722 — Foi passada ao Padre António da Cruz carta de apresentação da vigararia da igreja de Nossa Senhora da Apresentação, da vila de Aveiro.
1743 — Foi passada carta de familiar do Santo Ofício ao licenciado Manuel Nunes da Cruz, natural da vila de Aveiro, onde residia.
1802 — Por uma provisão desta data, o Príncipe Regente D. João ordenou a demolição das antigas muralhas de Aveiro, que ameaçavam ruína, devendo utilizar-se a pedra dos muros na obra da barra.
1826 — Filho de Cláudio José de Portugal, natural de Lisboa, e de Rosa Maria, natural de Mamodeiro, nasceu nesta povoação, então da freguesia de Requeixo, o Padre José da Assunção Portugal que, sendo feitor do visconde de Almeidinha, João Carlos do Amaral Osório de Sousa Pizarro, foi assaltado e morto em Várzea, da freguesia de Candosa, do concelho de Tábua, na noite de 30 para 31 de Março de 1866. O crime foi judicialmente imputado ao conhecido João Brandão – de seu nome completo João Vitor da Silva Brandão – no termo de um processo que deixa muito a desejar; a justiça de tal sentença é contestada, senão mesmo lida sem fundamento válido.
1846 — A Câmara Municipal representou contra a aplicação da lei de 21 de Novembro de 1844, que estabelecia o imposto de vinte réis em cada alqueire de sal rapado e peneirado.
1943 — Na Assembleia Nacional, o deputado aveirense Dr. António Cristo chamou a atenção do Governo para os problemas da indústria e do comércio do sal, pondo em relevo a necessidade da sua organização.
Fonte: “Calendário Histórico de Aveiro”, de António Christo e João Gonçalves Gaspar.
