1445 — Foi passada carta de seguro aos biscainhos e galegos que viessem «merchantemente» à vila de Aveiro durante um ano, para que ninguém ousasse fazer-lhes desaguisado, a eles e a seus navios e mercadorias, nos termos das pazes com o rei de Castela.
1466 — El-Rei D. Afonso V assistiu em Aveiro à profissão religiosa de várias dominicanas, realizada no Mosteiro de Jesus, após a de D. Beatriz Leitão, que fora no dia 1 deste mês e ano.
1621 — Foi passada carta de apresentação de cura na igreja do Espírito Santo, da vila de Aveiro, ao Padre Jerónimo Galvão.
1747 — Foi passada carta de apresentação na vigararia da Vera-Cruz, da vila de Aveiro, ao Padre Frei Francisco Xavier Garrido.
1759 — Por uma duríssima sentença desta data, o duque de Aveiro, D. José de Mascarenhas, foi condenado à morte como cúmplice do atentado cometido contra El-Rei D. José I na noite de 3 de Setembro de 1758. Seus bens seriam incorporados nos da Fazenda Real, sendo demolido o palácio de Belém, onde habitava, e o chão salgado para que nada aí se produzisse.
1847 — O Governo do Marechal Duque de Saldanha criou o Batalhão Provisório dos Voluntários Nacionais de Aveiro e nomeou seu comandante o Tenente-Coronel Casimiro Barreto Ferraz Saccheti.
1882 — O presidente da Câmara Municipal, Conselheiro Manuel Firmino de Almeida Maia, propôs – e foi logo aprovado – que se adquirisse material de incêndios eficiente e se criasse um corpo de bombeiros voluntários.
1970 — Em Belém do Pará (na foto), Brasil, firmou-se o convénio de amizade fraterna entre esta cidade e a de Aveiro, assinado pelas respectivas autoridades civis, passando a designar-se como «Cidades irmãs».
Fonte: “Calendário Histórico de Aveiro”, de António Christo e João Gonçalves Gaspar.
