13 de fevereiro na história de Aveiro

1321 — Fez-se uma relação das taxas das igrejas da Diocese de Coimbra no que respeitava ao Arcediagado do Vouga, referindo-se as igrejas de S. Julião de Cacia, de Santo André de Esgueira, de S. Miguel de Aveiro, de S. Pedro Fins de Aradas, de Santo Isidoro de Eixo e de S. Paio de Requeixo.

1486 — Fernão Veiga fez o seu testamento e nele legou aos pescadores da Confraria de Santa Maria de Sá a casa onde veio a funcionar o hospital da antiquíssima corporação aveirense.

1517 — Um alvará deste dia determinou que se dessem quarenta cruzados de esmola ao Mosteiro de Jesus de Aveiro.

1540 — El-Rei D. João III, por carta desta data, concedeu ao fidalgo aveirense Manuel Henriques Barreto de Quadros o brasão dos seus antecessores, que se descreve naquele documento.

1621 — Foi passada uma provisão ao vigário e beneficiados da matriz da vila de Aveiro, para que os freires das suas igrejas anexas lhes dessem as ofertas que lhes competiam e os chamassem para os enterros.

1709 — Foi passado um alvará a Frei Bernardo Dias, concedendo um real em cada quartilho de vinho, em Aveiro e Ílhavo, para conserto da igreja aveirense de S. Gonçalo.

1840 — Em sequência do pronunciado em 6 de fevereiro, José Estêvão Coelho de Magalhães proferiu o segundo famoso discurso do «Porto Pireu».

1878 — Faleceu o aveirense Coronel Luís Maria dos Santos, um simples trolha, quase analfabeto, que pelo seu esforço pessoal ascendeu àquele alto posto do Exército, tendo-se afirmado um militar valente e destemido.

1955 — D. João Evangelista de Lima Vidal, arcebispo-bispo de Aveiro, instituiu a Comissão Diocesana de Arte Sacra e nomeou os seus primeiros elementos.

Fonte: “Calendário Histórico de Aveiro”,

de António Christo e João Gonçalves Gaspar.