1501 — Foi passada a D. Jorge, filho bastardo de El-Rei D. João II e duque de Coimbra, carta de doação de Montemor-o-Velho, renda do pão e coisas do campo da vila de Penela e seu termo, vila de Aveiro com suas lezírias e «ilhas de dentro da foz».
1640 — Foi passada, nesta data, a Frei Manuel Ferraz, carta de apresentação da vigararia da igreja do Espírito Santo, da vila de Aveiro.
1728 — Foi passada carta de licença ao Padre Filipe Anhaia Madaíl para poder advogar nos auditórios de Aveiro.
1856 — O Padre Manuel Dias Vieira das Reis, coadjutor da matriz de Santo Isidoro de Eixo, lavrou uma nota no livro do tombo da paróquia, em que registou a execução do arranjo do telhado e do conserto do forro da igreja, cuja despesa foi custeada pelos fregueses; os trabalhos seguintes – pintura do forro e do arco-cruzeiro, douramento dos florões, colocação de vidros e caiação das paredes por dentro e por fora – foram generosamente liquidados por Sebastião de Carvalho e Lima, «rico capitalista há pouco vindo do Brasil».
1945 — O decreto n.º 34.452, desta data, classificou a capela do Senhor das Barrocas, sita na cidade de Aveiro, como imóvel de interesse público.
Fonte: “Calendário Histórico de Aveiro”,
de António Christo e João Gonçalves Gaspar.
