1638 — Foi passada provisão aos vigários das igrejas da vila de Aveiro para que o prioste da Comenda da dita vila lhes pagasse os seus mantimentos.
1732 — Foi passada carta de familiar do Santo Ofício a Luís António, homem de negócios, natural da vila de Eixo, onde residia, filho de Isidoro Fernandes e de Maria André.
1780 — Chegaram a Viana do Castelo as primeiras carmelitas, dando origem ao Convento do Desterro de Jesus, Maria e José; do grupo fazia parte a Madre Joana Teresa da Conceição, ida da comunidade de Aveiro.
1855 — Por decreto governamental, foi reformada a divisão administrativa, judicial e eleitoral do território do Distrito de Aveiro. Até esta data, toda a restinga de areia, desde o Furadouro à barra velha, pertencia à freguesia de Ovar; pelo referido decreto, apenas a costa do Furadouro ficou em Ovar, passando para o Bunheiro a costa da Torreira, para a Vera Cruz a costa de São Jacinto, para Ílhavo a Costa Nova do Prado e para Vagos a costa da Vagueira.
1863 — O P.e José Joaquim de Carvalho e Góis, vigário-geral da Diocese de Aveiro, publicou um novo regulamento para o Seminário Episcopal que obteria aprovação régia em 26 deste mês.
1869 — Faleceu o vigário-geral da Diocese, Padre José Joaquim de Carvalho e Góis, sendo a sua morte geralmente sentida. Depois de solenes exéquias na Sé, foi sepultado no cemitério público de Aveiro, tendo por monumento uma simples cruz. Foi cónego da Sé do Porto, professor de Direito Canónico no Seminário de Aveiro, pregador régio e regente da Banda Amizade.
1900 — Iniciou a sua publicação “O Progresso de Aveiro”, órgão do Partido Progressista no Distrito, de que era principal redator José Eduardo de Almeida Vilhena; durou uns dez anos e teve ação preponderante no apoio político a Gustavo Ferreira Pinto Basto.
1923 — D. João Evangelista de Lima Vidal, arcebispo-bispo da recente Diocese de Vila Real de Trás-os-Montes, entrou nesta cidade para iniciar a sua nova atividade, sendo afetuosa e festivamente recebido.
1929 — O Diário do Governo publicou nesta data um decreto em que classificou como instância de turismo a cidade de Aveiro, cuja «área sujeita a jurisdição da sua comissão de iniciativa é constituída por todo o concelho de Aveiro».
1937 — O Dr. Alberto Souto (1888-1961) redigiu o seu testamento onde, além de outras disposições, pede que na sua sepultura, no cemitério de Aradas, se coloque uma cruz porque – escreveu – «eu sou cristão, adoro Deus e creio na virtude divina de Jesus, que foi muito justo e muito bom e a cuja proteção muitas vezes me tenho confiado… Quero ser enterrado como o foram os que me criaram. O Cristo do meu quarto será o meu último companheiro». Imagem: Estátua dos jardins do Museu de Aveiro.
1977 — Nos estaleiros de São Jacinto foi descerrado o busto de Carlos Roeder, já falecido, fundador desta e de outras empresas industriais.
Fonte: “Calendário Histórico de Aveiro”, de António Christo e João Gonçalves Gaspar.
