A Santa Sé defendeu, junto da ONU, que a ajuda ao desenvolvimento e ao crescimento económico dos países mais desfavorecidos se deve concentrar na criação de empregos e na educação das novas gerações.
Esta posição foi assumida pelo Arcebispo Silvano Tomasi, representante da Santa Sé junto das agências internacionais das Nações Unidas com sede em Genebra.
“O trabalho é a única maneira da comunidade gerar a sua própria riqueza e criar um caminho para fora da pobreza”, disse.
Ao intervir no Conselho Económico e Social da ONU, este responsável considerou que a questão não é saber se deve existir mais ajuda ao desenvolvimento, mas “como” é que essa ajuda suplementar deve ser dada. D. Tomasi acrescentou que a eliminação da pobreza é “um dever moral”.
