Força, rapaz!

Olho de Lince A mãe está com a saúde bastante debilitada. Nada melhor, para ajudar a recuperação, do que sentir-se apoiada. E, neste caso, pelos mais próximos, mesmo quando estão distantes fisicamente. E isso tem acontecido, graças a Deus.

A celebração tinha começado há instantes. Discretamente, entraram os dois, mãe e filho adolescente, e procuraram lugar para se acomodar e participar na Eucaristia.

Foi uma cena pouco mais do que instantânea, mas suficientemente forte para me interpelar interiormente. Já conheço o carinho daquele miúdo pela sua mãe, como ele tem sido repetidas vezes o seu samaritano mais visível. Naquele dia, foi enternecedor: de mão dada, pareceu-me um dedicado filho a levar a mãe pela mão à fonte da serenidade.

O resto decorreu de maneira normal. Todavia, aquela cena de ternura não desaparecerá tão cedo do meu espírito. Força, rapaz, que, se os pais podem e devem levar os filhos pela mão, também os filhos os podem ajudar carinhosamente a reencontrar os caminhos da serenidade e da paz interior!

Q.S.