Sobre a comunicação regional paira o espectro do corte do Porte Pago pelo Governo de Durão Barroso, o que, para muitos jornais, significa o fim, num país que mantém a liderança, na Europa, da iliteracia.
Porque os jornais regionais contribuem, de alguma forma, para a manutenção e cultivo dos afectos, num espírito de proximidade que a agitação dos tempos e da vida vai minimizando, temos de apostar na defesa destes órgãos de informação, para que encetem caminhos de rejuvenescimento.
Hoje, a comunicação social não pode apoiar-se num amadorismo primário, mas tem de saber explorar novos caminhos, com profissionais competentes e cultos, bem alicerçados numa moral sã e com capacidade de diálogo e de abertura ao mundo.
Porque estamos neste barco, quantas vezes no cimo de ondas alterosas, é justo reconhecer a importância de quantos acreditam que o mundo melhor também passa pela comunicação social, em grande parte.
Para todos eles, o nosso Sinal +, na esperança de que o Governo os saiba apoiar nesta fase difícil.
