Reaprender… para viver melhor A Comunhão do Sangue do Senhor, que continua a ser uma excepção ou que nunca chega a acontecer, deve tornar-se mais frequente nos domingos e noutras festas da Igreja. Pelo menos que se comungue o Precioso Sangue na Quinta-feira Santa, na festa do Corpo de Deus, e celebrações em que se justifique e para as quais se faz uma especial preparação. Com uma assistência numerosa só se deve fazer por intinção, comungando depois na boca.
Mais uma vez é a rotina que impera. É facto que, comungando o Pão consagrado, comungamos o Corpo e o Sangue do Senhor. Mas os sinais têm valor. Comungar do Vinho consagrado é uma forma de “provocar” a sensibilidade dos fiéis para a grandeza do mistério de Jesus Cristo dado em alimento para a nossa peregrinação. Só que tal implica preparação, dinâmica diferente na distribuição do Comunhão… fora do “rápido e eficiente”.
Salvaguar as regras de higiene não impede a introdução desta variante: nas celebrações matrimoniais, baptismais, de jubileu…, para além das possibilidades de se estender a toda a assembleia, comungando por intinção, isto é, molhando o Pão no Vinho – e dando depois a Comunhão na boca.
