Inesperadamente, recebemos a notícia de que Germano Parente tinha falecido (27-04-2005). A tristeza foi o primeiro sentimento que nos invadiu, pois tínhamos perdido um amigo. Mas, depois do primeiro choque, à medida que íamos reflectindo, a memória trazia-nos à mente as qualidades do Parente, como era conhecido e tratado ente os amigos, que se sobrepunham à tristeza pessoal e ficariam recordadas no nosso coração e no de muitos outros. De trato simples, afável, sempre bem disposto, a todos cativava e, por isso, tinha um amigo em cada um daqueles com quem convivia ou trabalhava.
Durante dez anos trabalhou no Correio do Vouga, com dedicação e empenho, nas funções que nele desempenhava. Em cada uma das outras pessoas que também trabalham ou trabalharam no Jornal tinha um amigo que o apreciava e estimava.
Queremos deixar registado o nosso apreço e reconhecimento pela dedicação que durante todo este tempo votou à causa do Jornal. Por tudo isto, a sua memória e o seu exemplo não se apagarão de nós. Por isso dizemos com Santo Agostinho: “não se morre, quando se fica no coração de alguém”.
A Administração do Correio do Vouga
