REAPRENDER… para viver melhor O Bispo de Aveiro, na sua carta pastoral “Eucaristia, fonte de vida e de fraternidade”, que temos vindo a comentar, aconselha, entre os cuidados a ter, para preparar a celebração da Eucaristia dominical, o cuidado com os membros de toda a assembleia, preparando-os para que participem activamente nas respostas, nos cânticos, nas posições, na ocupação dos espaços, nas deslocações para comungarem, nos gestos previstos, de modo a evitar que surjam pessoas ou grupos a exprimir ou a fomentar atitudes individualistas.
Importa entender que a Eucaristia não é o momento de uma devoção pessoal. É a ocasião de a Igreja exprimir a sua vida e saborear a “mais valia”, pelo acolhimento que Jesus faz dessa mesma vida, transformando-a, pela Sua entrega, em vida agradável ao Pai!
Os ritos comuns, os gestos concertados, a distribuição pelos espaços, os cânticos… são formas de educação para a sintonia, de expressão do meu acolhimento da vida dos outros e da oferta que lhes faço da minha própria, da solidariedade celebrativa, que exprima e motive a fraternidade existencial – tudo pela presença do amor do Pai, pelo dom de Jesus Cristo, pela acção fecundante do Espírito.
Não se trata de massificação; trata-se, isso sim, de expressão de Comunidade e educação para a Comunidade!
