Na Imprensa

A corrupção é uma das maiores fragilidades da democracia portuguesa

Luís de Sousa

i, 30-09-2011

Portugal não pode ser uma nova Grécia. Ou a Madeira da Europa.

Mário Ramires

Sol, 30-09-2011

As pessoas interiorizaram que não há alternativa à austeridade.

João Cardoso Rosas

Diário Económico, 28-09-2011

Em todos os casos que conheço de enriquecimento suspeito, conheço eu e conhece toda a gente, a punição só não veio ou por incompetência, cumplicidade ou falta de vontade, ou, numa hipótese mais benigna, pela falta de meios. Nunca por falta de lei. Só é eficaz uma mudança de atitude, um maior rigor e melhor trabalho dos profissionais, um maior apoio das autoridades, e, acima de tudo, uma opinião pública que substitua os guinchos demagógicos por uma completa intolerância para com a corrupção.

José Pacheco Pereira

Público, 01-10-2011

Há histórias que dão para isaltinar.

Ferreira Fernandes

Diário de Notícias, 01-10-2011

Pouco falta para que a política em Portugal se resuma a um concurso televisivo para eleger o melhor administrador desta pequena e moribunda empresa. E a democracia, como já se sabe, costuma ficar à porta das empresas.

José Neves

i, 29-09-2011

Não pode existir uma sensação de que há gente que está ou esteve no poder quando devia estar ou ter estado na cadeia.

José Carlos de Vasconcelos

Visão, 29-09-2011

Não há democracia sem liberdade de imprensa. Com todos os erros que se possam cometer, nada substitui a liberdade, incluindo a liberdade de errar.

Luís Campos e Cunha

Público, 30-09-2011