Na Imprensa

Basta compreender a história da França, de Espanha ou mesmo de Portugal para verificar que várias Monarquias, como várias Repúblicas, desapareceram exactamente pela espécie de irresponsabilidade (e prodigalidade) que o Estado do “25 de Abril” demonstrou com abundância e zelo desde, pelo menos, 1990. A oligarquia partidária de “negócios” que geriram, em comum, a administração central e as centenas de sobas sem cabeça ou vergonha da administração local não nasceram por acaso.

Vasco Pulido Valente

Público, 15-01-2011

Tudo tem de correr bem à Europa para que talvez não corra mal a Portugal.

Pedro Santos Guerreiro

Jornal de Negócios, 14-01-2011

Se quisermos viver num país com condições mínimas de viabilidade, teremos de levar a cabo o maior exercício de racionalização do Estado de toda a nossa história.

António Nogueira Leite

Correio da Manhã, 14-01-2011

Nem o FMI chega nem a gente almoça. (…) Nunca um país teve tantas almas penadas com a mão em pala e os olhos no horizonte – a posição favorita dos economistas em Portugal.

Ferreira Fernandes

Diário de Notícias, 13-01-2011

Portugal é um créditodependente.

Miguel Coutinho

Diário Económico, 14-01-2011

(…) Estamos neste buraco por causa de uma gestão política irresponsável. Não foram o “os mercados” que nos aprisionaram, fomos nós que nos colocámos na posição de depender da sua boa vontade depois de anos e anos de farra orçamental, pagamentos a clientelas e gastos lunáticos,

José Manuel Fernandes

Público, 14-01-2011