Fé e vida
O cardeal Ravasi disse há tempos que enquanto Bento XVI usava mais frases subordinadas, Francisco usa mais coordenadas. Por outras palavras, Bento era mais “que”, já Francisco é mais “e”. Compreende-se. Um era da escrita; o outro, da oralidade. Um era mais racional; o outro é mais emotivo. O primeiro era mais tímido; o de agora é mais expansivo. Bento era o intelectual, preferido de professores, filósofos e teólogos (mesmo discordando); Francisco é o pastor, preferido de cidadãos em geral, políticos e ateus hesitantes.
Jorge Pires Ferreira
Leia o artigo completo na edição em papel do dia 12 de fevereiro de 2014
