Os poderes da mentira

Pequena história da grande história O escritor americano Mark Twain foi muito travesso e esperto desde criança.

Em determinada ocasião passou pelo seu bairro um hipnotizador de fraca qualidade, procurando uma criança para se servir dela como «médium». Mark ofereceu-se como voluntário, mas depois de ter combinado com o charlatão. A mãe de Mark ficou convencida de que o filho tinha poderes sobrenaturais, e sentiu-se tremendamente defraudada quando, no final das sessões, este lhe confessou que tudo tinha sido um truque.

Mark procurou persuadi-la dizendo-lhe que, se era difícil enganar as pessoas, era muito mais difícil convencê-las depois de terem sido enganadas.

In “O bom humor de homens célebres”, de Afonso Francia, edições São Paulo