Olho de Lince A ideia não é nova. Mas, nos tempos em que estamos, é uma clara expressão do desejo de remar contra a maré. Já houve experiências precedentes. Como é, todavia, tão pouco usual, merece destaque.
Os finalistas das escolas começam cedo a pensar nas suas viagens e festas. Alguns, talvez muitos, nem serão finalistas, ou andarão a sê-lo vários anos. Certo é que, mal o ano se iniciou e já muito da sua atenção se orienta para festejar um fim nada certo.
Este grupo desafia os seus colegas de turma a trocarem as viagens de comércio, de excessos, de devassas – tantas vezes início de perversos caminhos sem retorno – por uma vivência de cooperação numa escola de país irmão de língua portuguesa.
Não seria preciso ir tão longe, é verdade; por perto se encontrariam motivos de vivências afins. Entretanto, não deixa de ser uma iniciativa provocadora e aliciante.
Que tenham êxito. Por mim, tudo farei para que possam levar o sonho à prática. E que deixem outros com água na boca!
Q.S.
