Ar de frescura!

Olho de Lince A cena repete-se semanalmente. E já a tenho referido. Todavia, abre-se-me o rosto de esperança, transforma-se-me o íntimo de alegria, sempre que a manhã de domingo me permite viver esta experiência. E, por isso, aqui a trago de novo.

Ali estão: três gerações lado a lado, na Eucaristia matinal. Desde a avó, curvada e a mover-se com dificuldade, à filha, nora e netos, o mais novo dos quais bem poderia reclamar ainda o direito de dormir um bocadito mais no Dia do Senhor.

Não há sinais de aborrecimento, nem olheiras de sonolência! É a frescura de quem vem, em família, não tanto cumprir um dever, mas sobretudo acolher e agradecer um dom que enche a vida!

E é esse ar de felicidade que contagia. Aprecio e agradeço a Deus este testemunho!

Q.S.