Colaboração dos Leitores A Rosa é nossa amiga, da geração do Sr. Saramago. Os seus cabelos brancos viram, como nós, os “Cains” do nosso tempo. Hitler, Estaline… Esses outros todos, responsáveis pelos genocídios no Oriente, em África, no Médio Oriente, passando pelos fundamentalismos que alimentam hoje os nossos telejornais!
Mas a Rosa “passa-se dos carretos” quando ouve o Sr. Saramago, assumindo o seu ateísmo, interpretar à letra, com toda a ignorância e desplante, a Bíblia, Livro Sagrado para tantos povos! “Haja respeito!…”, diz a nossa amiga!
É verdade que ninguém ama o que não conhece!
Walace, Darwin, Mendel, tantos outros fariam compreender que os sete dias do Génesis os estamos a contemplar, no mostrador dum relógio, em que o aparecimento do Homem aponta os últimos 5 minutos… das últimas 24 horas do tempo.
Porque se Saramago tivesse tido acesso aos estudos sobre a mente humana, acerca da inteligência e do papel da memória, que nos torna únicos e preciosos – que só o nosso tempo torna possível, graças ao avanço das novas tecnologias -, não nos chocaria pela negativa!
Cairia de costas, senão de joelhos, como esse cientista, médico, psiquiatra, Augusto Cury, também ele ateu durante 20 anos. Uma vez convencido pela ciência, da maravilha de como estamos feitos, testemunha com toda a humildade pelo mundo nas suas conferências a professores, pais, educadores, médicos… que “acreditar em Deus é um acto de inteligência!”
E quanto apreciávamos a nossa Amália, quando publicamente reconhecia o seu dom do canto e o agradecia a Deus!
Na humildade, vêem com outros olhos: O Sol, o sorriso do menino, o pássaro que voa, a flor, a borboleta! Reconhecendo que… Deus é!
É esta riqueza que falta ao ateu!
E como diria a sua mãe, “não morras tolo, nem cego!”, só podemos aconselhar esses livros preciosos e magistrais do Augusto Cury. “Revolucione a sua qualidade de vida”, por exemplo! É um bom começo e os seus neurónios agradecem!
Maria Teresa B. Pereira, Aveiro
