Uma pedrada por semana Os números nada têm a ver com o desprezo votado à Bíblia, na boca de alguns portugueses nas últimas semanas. Nem o facto de se ter realizado em Portugal a reunião da Direcção Global das Sociedades Bíblicas Unidas, a maior organização mundial, dedicada exclusivamente à divulgação da Bíblia entre cristãos e judeus, embora para estes apenas o Antigo Testamento.
À margem desta reunião foi divulgado que em Portugal se vendem anualmente cerca de 100 mil exemplares impressos da Bíblia.
Protestantes e católicos sabem o que este Livro significa para as suas vidas e contam com ele como “Palavra viva e eficaz” em que se apoia e de que se alimenta sua fé, das suas famílias e das suas comunidades.
“Em casa uma Bíblia” tem sido o lema de muitas campanhas. Grupos bíblicos nascem por todo o lado. Cursos de aprofundamento da Palavra nunca ficam sem participantes.
Os dislates proferidos sobre Deus e sobre a Bíblia, chocantes para os crentes e para gente respeitadora, podem servir, onde for caso, para acordar consciências e provocar iniciativas de formação. Que as comunidades cristãs ouçam o alerta e saibam responder pela positiva.
O “Livro” está aí, felizmente ao alcance de toda a gente e como alimento indispensável ao amadurecimento de uma fé consciente e comprometida.
