O facto não é inédito. Eu próprio já o referi, em circunstâncias semelhantes, neste espaço e com o mesmo objectivo.
Não deixa de ser interpelante, tanto mais quanto a carga social do luto traz consigo muitos preconceitos, acarreta esteiras de maldizer, algumas vezes mesmo ofensivas.
O marido fora sepultado no sábado, com uma celebração simples, envolvida pela serenidade da fé, pela magnífica proclamação da Palavra pela voz de familiares.
E no domingo, na primeira Eucaristia do dia, lá estava a esposa, no seu lugar habitual, com o recato próprio, numa atitude de quem cumpre o seu dever e, dessa forma, se une mais profundamente a quem partiu.
É bom olhar para estas atitudes!
Q.S.
