Reaprender… para viver melhor Nas suas reflexões sobre o Pecado e a Reconciliação, João Paulo II continua a dar-nos elementos de educação da consciência. Hoje, breves considerações sobre as funestas consequências da recusa do amor do Pai.
“A parábola evangélica dos dois filhos – que, de formas diversas, se afastam do pai, abrindo um abismo entre eles – tem um grande significado. Faz-nos meditar sobre as funestas consequências de se recusar o Pai, que se traduz numa desordem no interior do homem e na ruptura da harmonia entre os irmãos. A recusa do amor paterno de Deus e dos seus dons de amor está sempre na base das divisões da humanidade.”
Aquele que sacudiu Deus da sua vida, deixou de ter a luz para se ver a si próprio; invadiu-o a cegueira que o impede de reconhecer o irmão; enclausura-se, progressivamente, num egoísmo feroz, sempre insaciado, por mais que sejam as suas vítimas! Só na luz do Jesus Cristo – Deus feito Homem, rosto visível do amor do Pai – o homem se reconhece a si mesmo, o homem reconhece e acolhe o irmão.
