Reaprender… para viver melhor “Ao chegar junto do altar da celebração, o sacerdote, que preside, saúda o altar. Venera aquela mesa sobre a qual irá ser actualizado o sacrifício do Senhor. A mesa é saudada pela função que desempenha e pelo símbolo que encerra. Saudá-la é abraçar o próprio Cristo, que é, ao mesmo tempo, altar, vítima e sacerdote do Seu sacrifício.
É à volta deste altar que está reunida a assembleia litúrgica. Para ele devem convergir os olhares e os corações de todos. Sobre ele irá imolar-se Cristo, nossa Páscoa.
Em nome de todo os presentes, através daquela saudação e daquele ósculo, e, eventualmente, pelo gesto da incensação, o sacerdote une-se, desde logo, a Cristo e pretende unir, num só Corpo, a comunidade inteira, a que ele vai presidir, de forma visível e ministerial.”
Não se desvirtue este valor e significado do altar com a sua vulgaridade, a sua falta de presença, a sua ocultação com tudo o que não é da mesa, a proliferação de pontos de atracção… Ele é o elemento central, polarizador, de toda a acção litúrgica, de toda a atenção na Eucaristia. Nem mesmo os arranjos de flores hão-de minimizar a sua presença unificadora.
Q.S.
