O arcebispo de Valência, Dom Agustín García-Gasco, qualifica de “ridícula” a substituição no registo civil dos termos “pai” e “mãe” por “progenitor A” e “progenitor B”, respectivamente. O prelado adverte, em Carta Pastoral, que «quem se dedica a anular a identidade familiar, quem faz desaparecer o significado jurídico e social de “ser pai” e de “ser mãe” está a transmitir uma mensagem ideológica para destruir a sociedade familiar e, com ela, a própria sociedade».
Como consequência da lei que permite as uniões entre pessoas do mesmo sexo, incluindo a adopção de crianças, o Boletim Oficial do Estado estabelece novos formulários e documentos, no quais se utilizarão os termos “progenitor A” e “progenitor B” em lugar de “pai” e “mãe”.
Para Dom García-Gasco, “a legislação espanhola em matéria de matrimónio e família é cada dia mais mentirosa, sectária e radical” e, também, “falta à verdade do ser humano e à própria natureza”.
