Voluntariado e convívio

Olho de Lince Ouvi-o há uns anos a um taxista do Rio de Janeiro, questionado sobre o paradoxo de tanta miséria a coexistir com a folia carnavalesca: “Se o povo não faz festa, morre”. E é verdade! A festa é indispensável na vida humana!

Nesta época, correm por aí rios de “festas” esgotantes, despesistas, escandalosas mesmo. Mas há muita coisa boa e interessante: desde um sem número de actividades culturais, a outros tantos convívios sadios, que juntam as pessoas, que permitem partilhar alegrias e preocupações, que proporcionam a cavaqueira amena…

Já não é a primeira vez que frequento uma iniciativa deste teor: os sons dos grupos musicais lá estão como pano de fundo; a gente que sobe e desce, dando um pouco de ginástica às suas pernas; os mais novos que sempre se entusiasmam com a eventualidade de um autógrafo…

Mas o que mais se nota é a azáfama de voluntários de instituições diversas oferecendo a sua gastronomia, na mira de algum resultado para ajudar as mesmas instituições. E uma permanente clientela, que convive a saborear as especialidades. Vale a pena!

Q.S.